Por: Ricardo Daniel Treis | 4 anos atrás

Opa, uma salva de palmas para os nobres vereadores! Pior que a notícia, só a piada do Vitório Lazzaris com o aperto de botões. Dezolivre ficar na fila do caixa eletrônico atrás desse cara… Segue a matéria publicada no OCP de hoje (a montagem é por minha conta):

Vitório Lazzaris, ao centro, errou o botão. Desqualifi... ups, desclassificado!

A Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul rejeitou, na sessão ordinária da tarde de ontem, o projeto de lei que previa o fim dos 15 dias de recesso parlamentar no mês de julho. O projeto de emenda à Lei Orgânica Municipal foi rejeitado com os votos de Ademar Winter (PSDB), João Fiamoncini (PT) e Pedro Garcia (PMDB) e com a abstenção do presidente do Legislativo, José de Ávila (PSD).

Um dos autores da proposta, o vereador Jocimar Lima (PSDC), considerou o resultado lamentável e criticou a postura do presidente da Casa. “Vereador tem que ter uma posição só e não mudar de ideia em cima da hora. É lamentável”, afirmou. Já Ávila usou a tribuna para se defender. “Cada um vota do jeito que quer. Não preciso de recesso e não preciso de lei para trabalhar. Por isso me abstive do voto”, afirmou.

O vereador Vitório Lazzaris (PMDB), que se declarou contrário ao fim do recesso durante a última terça-feira, votou favorável à medida na sessão de ontem. Contudo, ele não mudou de opinião. “Eu me equivoquei. Errei meu voto. Sou contrário ao fim do recesso, mas apertei o botão errado”, justificou.

Para ser aprovado, o projeto precisaria da aprovação da maioria absoluta dos vereadores, ou seja, de oito votos favoráveis. A continuidade das férias de julho para os vereadores fez Jaraguá do Sul ficar para trás dos municípios de Corupá e Schroeder, que aprovaram recentemente o fim do recesso.


GROSSERIA! INSENSATEZ! O mais decepcionante é perceber a incapacidade em justificar os próprios atos. Recém-eleitos, ainda pisam nos próprios santinhos enquanto fazem uma dessa. Parabéns senhores, nada como acordar numa sexta-feira e ver que a cidade está sendo conduzida por pessoas que botam os interesses do povo acima dos seus.