Por: Ariston Sal Junior | 4 anos atrás
Reprodução/Internet

Reprodução/Internet

Em 2007, o filme norte-americano “Orgasmic Birth” (algo como “Parto Orgásmico”) causou uma grande comoção por onde passou, por mostrar as potencialidades emocionais, físicas e espirituais do parto. Acompanhando 11 mulheres em seus trabalhos de parto, mostrando-as rindo, gemendo, beijando e até gozando durante o processo.

Parece totalmente impensável quando se trata de parto natural, imaginar que, ao invés de gritos de sofrimento e dor, a mulher consiga (sem anestesia) sentir um grande prazer ao dar a luz. As autoras do documentário, Debra Pascali-Bonaro e Elizabeth Davis, também mostram depoimentos de obstetras, enfermeiras e psicólogos argumentando que o parto pode, sim, ser algo prazeroso. O argumento é que, quando a mulher começa a coroar (esse é o momento onde a cabeça do bebê já pode ser vista), toda a região vaginal e genital se comprime e ele passa pelas mesmas terminações nervosas estimuladas durante o ato sexual, explicou a ginecologista e obstetra Cátia Chuba à Revista Crescer.

[youtube_sc url=”https://www.youtube.com/watch?v=zG_6IVmXvr0″ autohide=”0″]

Há também uma entrevista com Elizabeth Davis (com legenda em português), falando sobre a experiência com o parto orgásmico:

[youtube_sc url=”https://www.youtube.com/watch?v=93t0LPUZ05k” autohide=”0″]

É importante reforçar que, independente do método escolhido pela mulher para ter o bebê, o acompanhamento médico durante toda a gravidez é indispensável, e procurar profissionais que sejam adeptos de parto humanizado é um bom começo para futuras mães interessadas nessa forma de dar a luz.