Por: Sistema Por Acaso | 4 anos atrás

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A batalha jurídica aberta pelo próprio partido contra o deputado proclamado eleito Vicente Caropreso (PSDB) vai se encaminhando para uma solução. Pelo menos é isso que acredita o experiente advogado do tucano, Marcio Vicari. Para quem, aliás, Dóia Gugliemi está colocando fichas demais na urna que apresentou problema. Isso porque considerando a média de votos na zona eleitoral onde o aparelho apresentou defeito, o candidato de Içara teve 10% dos votos válidos e, para alcançar os 38 votos que o separam de Caropreso, precisaria ter um desempenho superior a 13%.

A região toda acompanha apreensiva o desfecho da história e torce para se ver representada na Assembleia Legislativa por Vicente Caropreso que, atuando ao lado do deputado reeleito Carlos Chiodini (PMDB), poderá fazer ecoar com ainda mais força as demandas do Vale do Itapocú, que há anos não vem recebendo a merecida atenção.

A Justiça Eleitoral, em suas diferentes instâncias, não pode permitir que a insegurança jurídica se prolongue. Os procedimentos previstos em lei já foram tomados, com exceção da descriptografia negada pelo próprio presidente do TSE, Dias Toffoli. Pensar na possibilidade de fazer uma nova eleição envolvendo os 287 pessoas beira o delírio. Seria colocar a credibilidade do pleito em risco.

Nota da Patricia Moraes na Coluna Plenário do Jornal O Correio do Povo.