Por: Ariston Sal Junior | 4 anos atrás
Reprodução/Internet

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Quem usa o Facebook deve ter percebido, nos últimos tempos, uma onda de marcações esquisitas. Não, seu amigo ou conhecido não está louco, ele foi vítima de um vírus.

Ter o computador ou celular infectado por um malware é muito comum. E nesse caso, é assim que a rede social é afetada, a partir de um dispositivo que acessa a internet contaminado.

Além de marcar amigos em postagens feitas em massa, os usuários infectados começam a enviar spam.

Internautas atingidos que acessam a rede a partir de vários computadores e dispositivos móveis precisam tomar medidas de desinfecção e segurança em todos eles para garantir o fim do problema.

Os posts incômodos e o comportamento irritante na conta do Facebook do usuário ocorrem porque a senha de acesso ao site foi roubada pelo malware.

Assim, trocar a senha é o primeiro passo. Em seguida, limpar a máquina usada para se logar à rede, ou então o software malicioso vai continuar roubando os dados.

André Carraretto, estrategista de segurança da Symantec, explica que a maioria desses problemas ocorre pela invasão do computador, mas smartphones também podem ser alvos do crime.

“Esse tipo de sofisticação é mais comum em vírus para desktop e assim como ele rouba a senha do Facebook, pode roubar diversos outros tipos de dados.”

O próprio Facebook alerta os usuários sobre o problema e oferece uma série de ferramentas de segurança para proteção dos dados da conta.

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No site facebook.com/help é possível encontrar soluções que reconhecem e avisam o internauta quando a conta for acessada de navegadores e locais desconhecidos.

Além disso, também é possível definir uma etapa extra de login, em que é preciso inserir um código especial de acesso junto à senha.

Outra solução ofertada é criar uma lista de contatos confiáveis que podem ser utilizados para resgatar a sua conta caso ela tenha sido invadida e roubada. Funciona como uma rede de chaves.

Caso o problema ocorra com algum amigo, a recomendação é denunciar os posts como spam, para que a própria rede tente barrar a ação do malware.

Fonte: Folha de São Paulo