Por: Anderson Kreutzfeldt | 4 anos atrás

Algumas coisas no Brasil são feitas sem o menor capricho e cuidado. No setor público, então, o descaso e a desatenção volta e meia causam situações constrangedoras. Querem um exemplo? Há cerca de duas semanas, Maykon dos Santos, 18 anos, que cursa a aceleração e faz o 1º e o 2º ano do ensino médio ao mesmo tempo no Centro de Ensino Médio 01 de Brazlândia, no Distrito Federal, recebeu um uniforme escolar cuja camiseta tem estampada a palavra “encino”, equívoco que a Secretaria de Educação local diz que vai investigar, mas já adiantou que a peça não foi produzida pela Fábrica Social, que é quem confecciona o material, chegando mesmo a levantar a hipótese de que a roupa tenha sido falsificada.

encino-550

Quem percebeu o problema foi a irmã do jovem, que ainda não tinha usado o uniforme porque ele teria ficado muito grande.

– A gente recebeu as camisetas de graça na escola, mas, como ficaram grandes, paguei R$ 15 em outra e nem reparei nessa – disse o rapaz, explicando que a foto da camiseta postada no perfil da irmã,Taynara Santos, no Facebook, recebeu mais de 7,4 mil compartilhamentos.

Helton Lima, diretor do colégio, que atende a mais de 1,3 mil alunos com idades entre 14 e 18 anos, disse que a camiseta entregue a Maykon não é a única com problemas, já que o erro de grafia também aparece em outros uniformes, que segundo ele, serão substituídos já a partir de hoje, o que joga por terra a ridícula tese de falsificação do uniforme apressadamente levantada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal. O “pobrema” é “imconpetênssia” mesmo, você não acha?

via