Por: Ricardo Daniel Treis | 5 anos atrás

Uma das análises químicas mais completas já feitas com marcas de cerveja do Brasil e do exterior dá peso a uma tendência que estudos menores já indicavam: as grandes marcas nacionais têm elevadas quantidades de milho em sua composição, embora a matéria-prima tradicional da bebida seja a cevada.

 

São os nomes mais conhecidos do público, como Antarctica, Brahma, Skol e Nova Schin. A análise sugere que essas marcas estão no limite da porcentagem de milho como matéria-prima para cerveja que a legislação nacional determina (45%) ou podem até tê-lo ultrapassado.

A pesquisa é assinada por cientistas do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, da USP de Piracicaba, e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O grupo piracicabano, coordenado por Luiz Antonio Martinelli, já estudou cervejas antes, além de verificar a presença de álcool de cana no vinho nacional.

“A boa cerveja é a de puro malte de cevada, porque você pode explorar variações de sabor e aroma vindas da secagem e da torrefação da cevada” – Sady Homrich, especialista em cerveja e colunista do caderno “Comida”, da Folha.

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E agora você começa a entender porque é praticamente impossível tomar uma das marcas acima se não estiver estupidamente gelada – só assim pra não sentir o gosto.

Outro artigo bacana, leia “Temperatura ideal para uma cerveja“.