Por: João Marcos | 10/04/2013

Tarantino sem sangrar com um tiro na unha? Dispenso – se bem que, seria interessante conhecer essa faceta menos violenta do diretor, que até então anda meio escondida.

De olho no crescente mercado cinematográfico chinês, muitos filmes vêm cedendo às imposições da censura para poderem estrear por lá. Tanto que o próprio Quentin Tarantino está supervisionando pessoalmente uma versão um pouco menos sangrenta de “Django Livre”, para poder estrear por lá.

O diretor da Sony Pictures chinesa, Zhang Miao, disse ao “Southern Metropolis Daily”, que as mudanças não serão tão grandes assim. “Coisas como deixar o sangue em um tom de cor mais escuro ou diminuir o tamanho das explosões de sangue.” E ele insiste: “Quentin sabe como ajustar isso e é necessário que seja ele a fazer isso.”

Em “Django Livre”, Quentin Tarantino conta a história de um escravo que é libertado para ajudar um caçador de recompensas. Eles partem, então, em uma missão para salvar a esposa de Django, que está nas mãos de um sádico dono de escravos.

É tão daora que devo ter assistido umas 3 vezes, e quem ainda não viu fica a dica da sessão mais do que válida.