Por: Ricardo Daniel Treis | 6 anos atrás

Para os jogadores compulsivos quem nunca conseguiram definir direito a sensação:

(…)um nicho ao mesmo tempo matemático e espiritual: nos mantém num lugar entre a solução consciente de problemas e a intoxicação pura.

E isso não é só para quem se entrega aos Playstations da vida… Imagine quanto tempo você já perdeu com joguinhos em flash ou no Angry Birds, sem saber exatamento porquê.


O trecho é de um artigo de Sam Anderson, publicado no NY Times e também no Estadão. A leitura é ótima, mas pra quem tem preguiça de textos longos, dêem um ctrl+F e busquem pelo nome de Zach Gage na página, é interessante pracacê o trecho sobre esse desenvolvedor de games de 26 anos de idade.

E por fim, que vale citar, tem a declaração de Frank Lantz, diretor do Centro de Jogos da Universidade de Nova York, falando sobre seu vício em pôquer:

Era como andar na corda bamba entre algo maravilhoso, cerebral e transcendental que nos dava oportunidade para aperfeiçoarmos a nós mesmos – por meio do estudo e da disciplina, fortalecendo a mente como se fosse um músculo – e, ao mesmo tempo, algo puramente autodestrutivo.

Preciso. Jogar videogame, “uma série de escolhas interessantes”.