Por: Sistema Por Acaso | 27/01/2015

sunirhino

Um dos últimos rinocerontes-brancos-do-norte morreu. Com o falecimento de Suni, o número de animais dessa espécie chega a seis. “Esses animais se encontram a um piscar de olhos da extinção completa. Tudo isso graças à ganância da raça humana”, disse a Conservancy em relato oficial, projeto que cuidava do animal.

Segundo especialistas, a morte de Suni é catastrófica. O rinoceronte de 34 anos era um dos dois machos da espécie restantes em todo o planeta. Primeiro animal a ser criado em cativeiro, ele foi encontrado morto na Ol Pejeta Conservancy, no Quênia.

“Sabemos que Suni não foi vítima de caça. Ainda estamos estudando as causas de sua repentina morte”, declarou a empresa. A criação em cativeiro não tem sido bem sucedida para a espécie, já que nos últimos cinco anos nenhum rinoceronte-branco-do-norte nasceu. “Nós continuaremos fazendo o que pudermos na esperança de um dia nos agraciarmos como nascimento de um novo rinoceronte”, concluiu a Conservancy.

A população desses animais na África chegou ao número de 2000 em 1960. Contudo, devido à caça predatória dos rinocerontes – em suma maioria pelo marfim dos seus chifres -, esse número atingiu 15 em 1984. Hoje, restam três animais no Quência, dois no zoológico de San Diego e um na República Tcheca.

Via Galileu.