Por: Ricardo Daniel Treis | 5 anos atrás

Pescando nas ruas de Nova York como uma forma de juntar dinheiro:

Um dia o porto-riquenho Eliel Santos encontrou um cara na 41ª com a Broadway atrás de um chaveiro para abrir seu carro, porque havia deixado cair suas chaves num bueiro. “Vou te ajudar”, ele disse, então entrou numa loja de artigos, comprou uma ratoeira química de onde retirou cola, prendeu a cola a uma pedra, e então amarrou a pedra a um arame, que enfiou greta adentro. Feito o resgate, o cara das chaves lhe deu U$50 em gratificação. Naquele momento Santos percebeu uma oportunidade de faturamento.

Hoje o cara usa fio dental amarrado a um peso comum, e completa os processos de resgate pegando objetos com a tal cola de ratoeira ou magnetos.

Procurando entre as gretas, Santos chega a levantar U$150 num bom dia. Já num dia ótimo, ele consegue até U$1 mil. Ele cata moedas, notas, jóias e gadgets dados como perdidos.

Seu maior achado foi um bracelete de ouro 18 quilates com diamantes que encontrou no Harlem. Esse item lhe valeu U$1,800 na loja de penhores.

Seu ponto favorito é em locais onde há movimentação de turistas trocando dinheiro com ambulantes. “Eles geralmente se sentam para bater retratos, e é quando as moedas caem de seus bolsos para os ralos”.

Objetivo na carreira? “Uma mulher me disse que perdeu um anel de U$20 mil perto ao Madison Square Garden. Nunca consegui encontrá-lo”.


Leia bem, tá claro e gritante: o mundo dá oportunidades para todos.

Fonte: New York Post