Por: Sistema Por Acaso | 3 anos atrás

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB­RJ), assinou nesta quinta- feira (5) o ato de criação de uma nova CPI na casa para investigar as irregularidades na Petrobras.

O próximo passo será a indicação dos membros pelos partidos, seguida pelo agendamento da sessão de instalação da comissão.

A CPI terá 27 integrantes e será dominada pela base governista, que vive um momento delicado com o Palácio do Planalto, após ter imposto uma derrota histórica ao governo com a eleição de Cunha.

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Eduardo Cunha (PMDB­RJ) – presidente da Câmara dos Deputados

Os partidos que apoiaram a eleição de Cunha terão 11 vagas, sendo que neste grupo há partidos governistas e oposicionistas. O bloco do PT, que reúne PSD, PR e Pros, ficarão com oito vagas. PSDB, PSB, PPS e PV terão direito a seis indicações. O PDT, que não fez aliança para a disputa do comando da Casa, ficará com uma vaga. Há ainda uma vaga de rodízio reservada para partidos nanicos.

O PMDB e o PT, as maiores bancadas, devem disputar o comando da CPI – sendo que cada um terá três vagas.

O governo é contrário a uma nova apuração sobre irregularidades na estatal, pois acredita que isso poderia ampliar o desgaste da empresa e do Planalto, além de ainda servir de palco para a oposição.

Assistiu, porém, a 52 deputados governistas viabilizarem o pedido para a CPI, ao lado da oposição. Ao todo, 182 deputados assinaram o requerimento. Para a comissão ser viabilizada, são necessárias 171 assinaturas.

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