Por: Ricardo Daniel Treis | 6 anos atrás

Tava aqui, incomodado com o caos no Facebook, quando constatei que o que sinto falta é da organização que era a timeline do Twitter. O número limitado de caracteres e a impossibilidade de publicar mídia diretamente – as fraquezas da rede que levaram à migração massiva de usuários – vejo agora como tudo que seria necessário para eliminar o que mais têm gerado reclamações em relação à rede do Curtir.

“Eu era feliz e não sabia”, discurso velho, mas no Twitter não deixava passar despercebidos updates importantes devido à poluição da linha.

O Facebook é (agora) insubstituível e mais prático para contatar amigos e armazenar dados, mas pra mim perdeu o round do compartilhamento de informações. E a culpa não é dele, é dos usuários.

“E não deixe de curtir nossa fanpage!”

Eu fui adicionando amigos, deixando desconhecidos entrarem para conhecê-los e, quando percebi, não encontrava mais nada de útil para ler.

Não sei como é lá fora, porém sempre que pergunto algo a meus amigos gringos, a resposta é “aqui não rola isso”. No Brasil o ideal de compartilhamento de Mark Zuckerberg serviu pra comprovar um ponto: menos funciona melhor.

‘Nós acreditamos que um mundo mais aberto é um mundo melhor pois pessoas com mais informação podem tomar melhores decisões e ter um impacto maior.’

Sim, contanto que tenha sido feito bom uso da ferramenta. Não vejo no quê de prático a propagação de fotos de gatinhos ou pratos de comida pode resultar.

“Você já curtiu nossa fanpage?”