Por: Gabrielle Figueiredo | 13/08/2015

Depois de uma programação recheada de atrações culturais gratuitas, o projeto Aldeia Palco Giratório do Sesc está chegando ao fim. Nesta quinta e sexta-feira, 13 e 14, acontecem as últimas apresentações. Confira:

13/08 (qui), às 20h, no Teatro Sesc em Jaraguá do Sul: “O Caderno Rosa de Lori Lamby”, Glauce Guima (Rio de Janeiro/RJ) 18 anos

glauce

Sinopse: O pai de Lori, uma menina de oito anos, é um escritor à beira da falência e escreve, a contragosto, um livro de pornografias para atender a um pedido de seu editor. Muito criativa, Lori Lamby decide também escrever no seu caderno rosa histórias picantes para assim ajudar o pai a publicar o livro e ganhar dinheiro com isso.

Os ingressos gratuitos são distribuídos 1 hora antes e o espaço está sujeito à lotação.

14/08 (sex), às 20h, na Praça Angelo Piazera: Show com a banda Uh La La (Curitiba/PR) Livre

banda uh la la

Foto: Natasha Durski

Sinopse: A banda Uh La La ! traz uma junção de bons músicos da cena rock curitibana com o espírito divertido e jovial de um rock n roll aparentemente inofensivo. Mas só aparentemente. A banda traz aos palcos uma energia que poucas bandas de rock da atualidade conseguem transmitir.

Tem mais teatro!

Depois da programação da Aldeia, o  Teatro do Sesc em Jaraguá recebe, no sábado, dia 15, o espetáculo “MundoMudo”, que circula a Rede Sesc de Teatros. A apresentação é gratuita e os ingressos distribuídos 1 hora antes do início do espetáculo, no local do evento, sujeito à lotação.

MUNDOMUDO - Foto de Paulo Brazyl - 1

Foto: Paulo Brazyl

As relações humanas de dependência e de opressão são o mote do espetáculo “MundoMudo”, da Cia. Azul Celeste, de São José do Rio Preto (SP).

A montagem traz a história de dois palhaços que se encontram abandonados em um velho circo.Tendo apenas um ao outro, eles vivem muitas vezes na dependência onde não conseguem se separar. Dentro de um picadeiro metafórico e de atmosfera cruel, eles defendem suas condições humanas e mostram suas diferenças de poder.

Inspirado no universo desértico do texto “O Fim do Jogo”, do dramaturgo irlandês Samuel Beckett (1906-1989), o espetáculo investiga a relação cultural entre o velho e o novo por meio dos valores difundidos na sociedade contemporânea e aborda temas como isolamento, aprisionamento e abandono.