Por: Ricardo Daniel Treis | 4 anos atrás

Depois do primeiro filme ficou claro que a franquia “Transformers”, por Michael Bay, era o equivalente a presenciar um acidente na BR: a cena é medonha, mas você não consegue parar de olhar. E a analogia prossegue, pois assim como num acidente de carro, o resultado é algo que todos sempre lamentamos.

Para deleite ou lágrimas, eis o trailer de Transformers 4, o filme mais não menos esperado (?) do próximo verão norte-americano. E não se incomodem se bater um déjà vu, afinal, estamos falando de outro filme do Michael Bay:

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Se interessar a alguém um discurso irritado, eis o rascunho de crítica que fiz esta manhã e iria publicar na timeline logo após assistir o trailer:

Michael Bay, fazendo michael bayzices, num michael bay trailer. O cara é tão peculiar que seu nome virou adjetivo, o único associável para definir as obras que consegue produzir. E o trailer é o pastel de sempre: tudo parece sério e consistente, dai você novamente começa a ver um monte de sequências exageradas, personagens que gritam para qualquer coisa o tempo inteiro, um número indefinido de explosões, um roteiro que respinga dramalhão e sua reviravolta óbvia.

“Cacem os transformers”, “Ohmeudeus precisamos dos Transformers”, “Transformers, nos perdoem”. E ELES AJUDAM!

O pior: o trailer sempre soa sério, mas o filme nunca deixa de ser infantiloide. Tipo, com crianças assumindo um walkie talkie para dar ordens em generais, ou robôs com testículos fazendo piada de mijo.

E OMFG, amor à América! A bandeira das estrelas aparece 12 vezes, só no trailer.

Claro que todo mundo já sacou os clichês e que é mais um filme passável, que não vale a pena o tícket. Mas no final, óbvio, vem o apelo: “Ok, agora mostrem com todos detalhes o robô-dinossauro, essa piazada precisa de um motivo pra ir pro cinema”.

#xatiado #cadêreboot