Por: Ricardo Daniel Treis | 6 anos atrás

Antes de mais nada, peço às meninas que possam se ofender com o tema para que não remetam o título do post àquela caricatura ridícula da mulher tagarela – essa não é a perspectiva. Segundo, não digam que trata-se de uma colocação machista, pois não é: mulheres falam mais que homens, isso é factual e ponto. Agora, por quê? Bom, das teorias, encontrei essa no “Contra um mundo melhor”, de Luiz Felipe Pondé:

Alguns darwinistas remetem essa capacidade feminina infinita para falar ao fato de que nossas ancestrais viviam coletando com suas crias e suas amigas e, enquanto isso, conversavam. Já nossos ancestrais, ocupados com a caça e o risco implícito na caça, precisavam ser silenciosos e focados na presa, logo, os que falavam demais eram malsucedidos e por isso sumiram na poeira dos inadaptados. Já para as fêmeas, a conversa era parte do cotidiano saudável, e, por isso, as silenciosas não tiveram sucesso, porque era isoladas e antipáticas.

Seems legit… E isso, da rotulação, procede até hoje, não?


Ainda no tema, como não lembrar daquela fantástica teoria de Mark Gungor sobre a “Caixa do Nada”?

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