Por: Ricardo Daniel Treis | 6 anos atrás

Armadilha do coração, ainda por cima:

“(…)A forma como ocorreu a prisão de Matheus é curiosa. Há uma semana no encalço do bandido e após cinco tentativas frustradas de prendê-lo, o comando do 4º Batalhão de Polícia Militar resolveu apelar para a mais simples das estratégias. Ao descobrir o número do celular do suspeito, designou uma soldado para telefonar para ele fingindo ser outra pessoa. A agente ligou, pediu para falar com a amiga Márcia e descobriu que havia discado para o número errado. Foi quando ele começou a puxar assunto.

Foram dois dias trocando mais de 40 torpedos. Do outro lado da linha, um tenente do setor de inteligência da PM respondia marcando o encontro, que ficou definido para as 15h deste sábado, em frente ao Iguatemi – onde a falsa interlocutora havia dito que trabalhava. Matheus não sabia, mas estava marcando o encontro com uma policial disfarçada, de folga e que foi acionada pelo 4º BPM apenas para fazer a encenação.

Atento, ele chegou a dar duas voltas de moto em torno do shopping para se havia movimentação policial. Ao estacionar, ficou outros 20 minutos observando a redondeza. Só depois, levantou para se encontrar com ela e sugerir que saíssem dali. Ela aceitou, mas com uma condição: precisava alertar uma amiga de que não voltaria mais. Ao caminharem pela frente do shopping, passaram pela frente dos oito policiais à paisana que faziam a vigília e foi pego.(…)”

Perae, que não resisti:

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Não era amor Matheus!


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