Por: Ricardo Daniel Treis | 8 anos atrás

Eis publicado em post para debate o texto da coluna de quinta passada:

Veio o assunto à tona no blog esta semana com leitores comentando a situação “creche” presenciada nos últimos eventos. Diz-se da mesma como irritante, constrangedora e inconveniente. Nós também preferimos a companhia (e predominância) da mesma faixa etária senão superior nas festas que frequentamos, mas é preciso ser justo e  botar alguns pontos sobre os menos favorecidos:
– As entradas estão de acordo com a lei. Menor de 16 não entra mesmo, senão o estabelecimento se ferra. O fato é que qualquer um com 16 anos é “menor”. Cara de bebê vai até os 18, às vezes;
– Não adianta acusar os estabelecimentos de imprudência na portaria, pois essa não se justifica. O público preferencial deles é aquele que consome mais (leia-se maiores de 18 anos).
– Sábados são os únicos dias de pico, podem ver. É justo quando os pais os liberam pra sair e derramar toda sua testosterona, tal qual os “adultos” já fazem todos sete dias da semana;
– Jogue a primeira dentadura quem aí aos 16 anos já não forçava a barra pra sair de casa pegar baladas. Se eles tem a oportunidade, e é legal, temos que considerar.
– Eles se comportam mal, é fato. Gritam, agitam, pulam, empurram e fazem volume. Parecem você às 3h da manhã depois de 6 cubas.

Reafirmo o dito: é legal o acesso de pessoas de 16 e 17 anos. O que não é permitido para eles é consumir bebidas alcóolicas, e para tal casas fazem controle como fitas identificando maiores ou comandas específicas.