Por: Sistema Por Acaso | 11/02/2015

Usar preservativo nas relações sexuais é a melhor forma de se prevenir contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e uma gravidez indesejada. Mas os jovens não estão levando à risca essa regra…

Uma pesquisa encomendada pelo GLOBO ao Laboratório de Pesquisa da UniCarioca revelou que 53% dos entrevistados fizeram sexo sem camisinha sempre ou diversas vezes no último ano — se contados os que deslizaram pelo menos uma vez, o percentual sobe para 75%.

Também 88% dos cariocas aceitariam ter um relacionamento com um parceiro que não queira usar a camisinha, sendo que 38% confessaram que fazem isso sempre ou com certa frequência.

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O estudo entrevistou 1.074 pessoas, no fim do mês de janeiro, em diferentes regiões do Rio — 73% delas eram jovens de 18 a 29 anos.

A diretora do Programa de Aids das Nações Unidas (Unaids) no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, chama a atenção para o fato de que o grupo de jovens infectados, especialmente o dos homens que fazem sexo com homens, é o que mais cresce.

— Esses jovens são conectados, então o problema não é o acesso à informação. Precisamos tentar entender como atingir essas pessoas e fazê-las transformar esse conhecimento em atitude prática — raciocina Georgiana. — Essa geração, que não viu seus ídolos morrerem de Aids, acha que, hoje, essa é uma doença fácil de ser contornada. Isso não é verdade.

Segundo a pesquisa, os principais motivos que levam os cariocas a transar sem a camisinha são: se o preservativo interferir no prazer (26%), se o parceiro resistir ou não gostar de usar (24%), ou se diminuir a ereção (10%). Para o sexólogo Amaury Mendes Junior, a vaidade e a afobação poderiam ser acrescentadas à lista.

Nós do Por Acaso queremos saber como o tema é tratado aqui na nossa realidade de Jaraguá do Sul e região…

Participe da nossa enquete (anonimamente, seu nome não é registrado nem divulgado):

“COM QUE FREQUÊNCIA VOCÊ TRANSA SEM CAMISINHA?”

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