Por: João Marcos | 5 anos atrás

Vai se acomodando confortavelmente aí na frente do seu computador, puxa a garrafinha de refrigerante e também a pipoca. Você que passou parte da vida dando choque com o Blanka, hadouken com o Ryu, shoryuken com o Ken, quebrando carros com as pernadas da Chun-li, joelhadas com o Sagat, sendo baitola com o Vega, ou apelando com o Bison… Vai chorar! Foi disponibilizado na íntegra o documentário I Am Street Fighter, que conta a trajetória do game durante esses 25 anos de existência, além de detalhes na criação dos personagens.

O negócio é longo, então se não tiver tempo pra ver agora, salva aí o link que é válido:

[youtube_sc url=”http://youtu.be/2gZBITO5GwI” width=”640″ autohide=”1″]

E caso possa interessar, o Blanka não é brasileiro. O verdão nasceu originalmente em Taiwan e estava em um avião com destino à Europa, acompanhado de sua mãe, quando passavam por uma base da Shadaloo – organização criminosa que faz parte da história do game. O avião foi abatido, e Blanka sobreviveu à queda.

Cresceu entre os animais, criando um estilo de luta selvagem autodidata e desenvolvendo a habilidade de emitir choques elétricos, aparentemente aprendida observando os poraquês – uma espécie de peixe-elétrico da Selva Amazônica, onde viveu até a idade adulta. Por isso, mesmo tendo nascido no oriente, Blanka nunca conviveu com os nativos de sua terra natal, tendo crescido e assimilado a cultura da Amazônia Brasileira, razão pela qual tem a nacionalidade e representa o Brasil na série e no jogo.