Por: Ricardo Daniel Treis | 07/01/2013

E é assim que a Playboy decidiu começar o ano: vendendo chuchu.

Um belo rosto, sex appeal, sensualidade; o mínimo que se espera em uma publicação masculina foi descartado. A revista tá tão brocha que nem na prateleira fica em pé.

Pra fechar, tem o redator com a elegância de um pedreiro que escreve “Para romper o ano” na chamada de capa, em referência à virgindade que a cicrana leiloou. Mais baixo que refrão de forró de duplo sentido.


A desculpa “compro pra ler as matérias” está enfim justificada.