Por: Ariston Sal Junior | 4 anos atrás
Ruas inteiras como as do Bairro Vila Lenzi ficaram alagadas e moradores acabaram isolados. Carros e móveis foram danificados ou levados (Foto: Lúcio Sassi)

Ruas inteiras como as do Bairro Vila Lenzi ficaram alagadas e moradores acabaram isolados. Carros e móveis foram danificados ou levados (Foto: Lúcio Sassi)

Quase 90 mil moradores de três cidades da microrregião do Vale do Itapocu – Corupá, Jaraguá do Sul e Guaramirim – enfrentaram novamente dias de angústia e insegurança durante o último fim de semana. Eles foram atingidos pelas cheias do Rio Itapocu, que pela primeira vez na história alcançou sete metros acima do nível normal deixando estragos econômicos e sociais, prejuízos na indústria, no comércio, na agricultura e mais de cinco mil pessoas desabrigadas. O Rio Jaraguá ficou quatro metros acima do normal.

De sexta-feira até a madrugada de ontem foram registrados 350 milímetros de água e o Rio Itapocu transbordou. Ele foi, segundo o secretário da Defesa Civil de Jaraguá do Sul, Marcelo Prochnow, e o coordenador regional de Defesa Civil, Antônio Edival Pereira, o causador dos estragos.

“Foi a maior enchente que o Rio Itapocu já provocou em Jaraguá do Sul. Os registros mostram que em 1950 foi aproximado”, definiu Prochnow. “O rio simplesmente transbordou. Não haveria sistema de drenagem suficiente para dar conta do excesso de chuvas”, resumiu Pereira, que explicou que o volume das águas extrapolou o limite esperado para os próximos três meses.

As características do evento se refletem em consequências de maior dimensão do que as de 2008 e 2011 mesmo que, felizmente, os estragos tenham se reduzido a deslizamentos e inundações. “Isso porque o Rio Itapocu saiu da sua calha e atingiu áreas que estão distantes das margens, que costumeiramente são mais afetadas”.

Governador confirma visita

O governador Raimundo Colombo (PSD) confirmou visita aos municípios da região nesta terça-feira. A visita acontece logo após Colombo minimizar, em entrevista à imprensa no domingo, os impactos das enchentes. A oportunidade será aproveitada pelos prefeitos, que devem solicitar recursos para reconstrução dos municípios. O deputado Carlos Chiodini (PMDB) foi quem solicitou o encontro.

O prefeito de Jaraguá do Sul, Dieter Janssen (PP), adianta que o município deve solicitar verba para cobrir os investimentos na contratação de equipamentos de limpeza para as ruas, recuperação do Samae e de reconstrução das cabeceiras de pontes afetadas. “Creio que devamos solicitar uma quantia próxima a R$ 10 milhões”, anuncia.

Lauro Fröhlich (PSD), de Guaramirim, enfatiza que sem a ajuda do governo estadual a situação ficará ainda mais crítica. “Não temos condições de recuperação. Já estávamos com o orçamento limitado.” Os estragos no município ainda não foram contabilizados, mas a maior necessidade, por hora, será a readequação da infraestrutura. “Precisamos normalizar a situação das pontes e estradas com urgência”, analisa.

Em Corupá, a necessidade imediata, segundo Luiz Carlos Tamanini (PMDB), é de R$ 2,5 milhões. “Vamos apresentar um orçamento prévio solicitando mais ou menos este valor e contamos com a consideração do governador para que possamos realizar as frentes de trabalho”, afirma.

Corupá vive maior enchente desde 1954

Segundo prefeito de Corupá, Luiz Carlos Tamanini, esta foi a “pior enchente enfrentada pelo município desde 1954”. Mais de 750 pessoas foram afetadas pelas inundações, 457 ficaram desalojadas e cinco continuam alojadas no Salão Paroquial. Toda a cidade ficou sem fornecimento de energia elétrica e água potável. Os serviços começaram a ser normalizados à noite. Ontem, equipes da Prefeitura percorreriam o município para dimensionar os estragos. Ainda não há estimativa oficial.

O Bairro João Tozini, localizado em uma das entradas principais do município, foi um dos mais afetados. Todo o comércio local foi prejudicado. Os moradores das residências da rua principal, Roberto Zeidel, e das marginais, perderam quase a totalidade dos bens. Foram quase 300 casas atingidas. Ali também está a ponte que faz o acesso principal ao município que foi interditada. A força da enxurrada deslocou o barro e deixou a estrutura de sustentação completamente solta. Um curto-circuito ainda causou um incêndio e atingiu a Prefeitura.

Empresários pedem incentivo ao governo

O setor empresarial irá pedir ao governo do Estado o adiamento do pagamento de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) das empresas atingidas, a renegociação de financiamentos devidos e a liberação do FGTS a trabalhadores afetados. A liberação do fundo, segundo o presidente do Cejas (Centro Empresarial de Jaraguá do Sul), Paulo Mattos, servirá para evitar endividamentos no comércio com novas contas e inadimplência daquilo que seria pago com o que foi gasto na recuperação dos estragos.

“Estamos fazendo um levantamento para saber a situação nas empresas e mobilizando a classe para contribuições e auxílio às pessoas atingidas”, comenta Mattos. O pedido oficial da classe empresarial será entregue hoje ao governador Raimundo Colombo. O Instituto Jourdan vai fazer um levantamento do impacto. Os dados podem servir a um pedido de auxílio financeiro às empresas prejudicadas.

Em Guaramirim, as empresas esperam voltar a funcionar normalmente a partir de amanhã ou quinta-feira. “É praticamente um pesadelo, não sabemos o tamanho do prejuízo ainda”, admite o presidente da Associação Empresarial, Laurico Caviquioli, avaliando que o ramo têxtil é o mais prejudicado.

Em Jaraguá 70 mil pessoas afetadas

O município de Jaraguá teve 70% do território urbano inundado, 130 pontos de alagamentos e decretou situação de emergência. As inundações atingiram 70 mil pessoas, cerca de 100 foram alojadas no abrigo improvisado no Pavilhão de Eventos, e outra centena, segundo a Defesa Civil, seguiu para a casa de amigos ou familiares. A Defesa Civil efetuou 230 atendimentos.

O prefeito Dieter Janssen afirmou que este é um momento de reconstrução. O trabalho de documentação também é priorizado para que os moradores afetados pelas chuvas possam ter direito ao resgate do FGTS. “Estamos formalizando um banco de dados, incluindo imagens aéreas, que deve ser entregue nos próximos dias à Caixa Econômica Federal”, garante.

Contabilizando os estragos

 Diretor de uma loja de colchões, Alexandre Cardoso estima prejuízo de R$ 80 mil (Foto: Lúcio Sassi)


Diretor de uma loja de colchões, Alexandre Cardoso estima prejuízo de R$ 80 mil (Foto: Lúcio Sassi)

As chuvas mudaram a rotina de empresas e comércio, que trocaram a fabricação e vendas de produtos por uma segunda-feita de limpeza e levantamento dos prejuízos. No Centro de Jaraguá, lojistas limpavam os estabelecimentos e retiravam os móveis estragados. Uma loja de colchões da Rua Reinoldo Rau teve cerca de 40 peças molhadas. O diretor Alexandre Cardoso calcula um prejuízo de R$ 80 mil somando as duas unidades da rede. “Agora, os colchões vão para a central, em Joinville, para ver o que será feito”, diz. Numa loja de celulares, a proprietária Elzira Parisi Marangoni tirou todos os móveis atingidos e calcula em R$ 25 mil o prejuízo. “As vendas estavam boas e agora será uma semana de loja fechada”, estimou.

O presidente da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), Eduardo Schiewe, informa que ainda é cedo para ter um balanço da situação do comércio após as chuvas. As vendas para o Dia dos Namorados, comemorado no dia 12, foram diretamente afetadas, de acordo com ele. “Agora o foco é na recuperação das lojas e atendimento à população, o consumo tem outra conotação”, comenta.

Abastecimento de água prejudicado 

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Aos poucos, as 39 mil residências que ficaram sem abastecimento de água em Jaraguá do Sul desde o início das chuvas começam a ter o serviço restabelecido. Na manhã de ontem, o sistema foi religado nos bairros Ribeirão Molha, Águas Claras, Garibaldi, Santa Luzia e Krause. Mas metade da cidade ainda sofre com as torneiras vazias. A previsão do Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto) é que o serviço esteja totalmente normalizado até amanhã.

A Estação de Tratamento Central, que fica no Bairro Água Verde e é responsável por 70% do abastecimento na cidade, foi desativada depois de ser inundada na tarde de domingo. O reservatório, com aproximadamente quatro milhões de litros de água, precisou ser esvaziado e limpo. A casa de forças, responsável por bombear água aos reservatórios distribuídos pelos bairros, também foi inundada e desativada. O presidente do Samae, Ademir Izidoro, comunicou que o órgão comprou, em caráter emergencial, seis motores para restabelecer o abastecimento.

Centenas de pessoas estão em abrigos

Abrigos em Jaraguá do Sul e Guaramirim foram montados para receber as pessoas que tiveram as casas atingidas com as chuvas do fim de semana. Nos dois municípios, aproximadamente 300 pessoas ficaram desabrigadas ou desalojadas. Em Corupá, cerca de 750 desalojados, que permanecem em casas de amigos e parentes, precisam de doações.

A Escola Almirante Tamandaré, no Centro de Guaramirim, abrigava ontem pela manhã 120 pessoas. Segundo a farmacêutica Júlia Silvia Coral, responsável pelo abrigo, no decorrer do dia, muitas conseguiram encontrar outro lugar para ficar, como casa de amigos ou parentes. “Mas 40 a 50 pessoas ainda permanecerão no local para passar a noite e para as refeições”, contabiliza.

Um galpão, que é utilizado pelo projeto Fome de Amor, também serve de abrigo para os moradores de Guaramirim. Os idealizadores do programa, Patrick Josué Paes de Lima e Andreia da Silva Lima, abriram o espaço à comunidade desde o último sábado, e 70 pessoas estão no local. “Ninguém ainda conseguiu voltar para casa, ficaremos aqui para atender quem precisar”, assegura Lima.

O eletricista José Carlos da Rosa, 39, e a esposa Cerli Aparecida Rodrigues, 42, estão no galpão. Eles moram na Rua Gerônimo Correia, no Centro de Guaramirim, e contam que estavam na Igreja no momento da enchente. Quando chegaram em casa, um dos filhos já estava retirando alguns móveis e eletrodomésticos. “Estávamos quase chegando aqui e nosso carro já tinha pegado um pouco de água, mas nos deixou na rua”, diz José.

Para atender todas as famílias, os voluntários do projeto pedem a ajuda da comunidade com doações de alimentos não perecíveis para montar as cestas básicas. “Logo muitos começarão a voltar para casa e não terão o que comer”, alerta Lima.

Além de alimentos, famílias de Guaramirim também precisam de materiais de limpeza e de colchões.

Criança soterrada continua internada em estado grave

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Quatro pessoas estavam em casa, no Bairro Nova Esperança, quando a estrutura foi destruída no desmoronamento da encosta (Foto: Eduardo Montecino)

Uma família foi vítima de um soterramento no loteamento Maria Zastro, Bairro Nova Esperança, em Guaramirim. Um menino de oito anos ficou em estado grave e continua internado no Hospital Materno Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, em Joinville. A criança teve traumatismo craniano e segue recebendo os cuidados da UTI pediátrica. Outro filho do casal, de 3 anos, também foi conduzido para o hospital, porém, com ferimentos mais leves. O menino foi levado para o Hospital e Maternidade Jaraguá.

Por volta das 6 horas de domingo (8), os pais e filhos foram surpreendidos pelo desabamento de terra. O pai não se feriu, mas a mãe e os filhos sim. O mais velho foi levado pelo helicóptero Arcanjo, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, para Joinville e o mais novo levado para o Hospital Jaraguá, depois de ser transferido do hospital de Guaramirim por uma ambulância que teve que ser puxada por um trator devido aos alagamentos.

Ações no Pavilhão de Eventos

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Pavilhão de Eventos abriga famílias e concentra as doações de alimentos e roupas (Foto: Rafael Verch)

Em Jaraguá do Sul, a Prefeitura disponibilizou o Parque de Eventos e ontem funcionários públicos trabalharam no recebimento de doações. A Secretaria de Saúde ficou responsável pelo atendimento médico das pessoas abrigadas.

De acordo com a assistente social, Mariza Kopelk, responsável pelo cadastro das famílias, até domingo foram para o abrigo 26 famílias, totalizando cerca de 100 pessoas. Ontem, 46 pessoas já haviam deixado o local e 57 continuam alojadas no Pavilhão.

Morador há cinco anos do Bairro Vieira, o autônomo Nilson Rosa, de 43 anos, conta que nunca havia passado por uma situação como esta e teve que ser rápido ao sair de casa com os sobrinhos. “Minha irmã havia saído com meu cunhado e fiquei com as crianças e o sogro dela, que é cadeirante”, conta. “Foi horrível, em questão de 20 minutos e a água já batia na cintura”, lembra.

Ele e a família foram encaminhados para o abrigo e não sabem quando poderão voltar para casa. “Meu cunhado foi ver como está a situação, mas sabemos que poucas coisas serão recuperadas”, lamenta.

Limpeza de casas começou cedo em Jaraguá do Sul e Guaramirim

Alessandra e Tarcísio estão preocupados com a gravidez de risco (Foto: Lúcio Sassi)

Alessandra e Tarcísio estão preocupados com a gravidez de risco (Foto: Lúcio Sassi)

Trabalho, tristeza e desolação, mas também muita esperança. Esses eram os sentimentos de boa parte da população da região, ontem. Muitas pessoas tiveram suas casas alagadas e, além de perderem móveis, roupas, comida, eletrodomésticos e objetos pessoais, passaram o dia limpando a sujeira, tirando a lama acumulada das roupas e móveis e no que restou deles após os alagamentos causados pelos quase quatro dias de chuvas.

A enchente deixou marcas profundas em diversas famílias, mas também demonstrou a garra e a solidariedade de pessoas na hora de recomeçar a vida, muitas vezes do zero. No terceiro mês de gestação, a operadora de caixa Alessandra Nunes, 30 anos, e o marido, o recepcionista Tarcísio Krüger, ainda custavam a acreditar que a água e a lama destruíram os poucos bens que adquiriram juntos.

“Perdemos tudo. Quando cheguei em casa, na noite de sexta-feira, e vi nossa kitnet toda embaixo d’água, chorei muito. É uma sensação horrível”, descreve a maranhense, que na tarde de ontem ainda juntava o pouco que restou no imóvel de dois quartos, em uma pensão no Bairro Baependi, em Jaraguá do Sul, onde o casal vive há menos de um ano. Desde sábado eles estão abrigados na casa de um amigo.

“Foi desesperador. Não sobrou quase nada. Perdemos televisão, aparelho de som, máquina de lavar, o notebook que a Alessandra havia acabado de ganhar da mãe dela. E o pior é que a gravidez é de risco, isso me preocupa ainda mais. Mas agora, fazer o quê? É seguirmos trabalhando para recuperar”, lamentou Krüger, enquanto tirava a lama do quarto. Quem quiser ajudar Tarcísio e Alessandra pode entrar em contato com o telefone 9989-2717.

Empresário ajudou outras famílias

Martins salvou móveis dos vizinhos, mas não teve tempo para salvar os da família (Foto: Lúcio Sassi)

Martins salvou móveis dos vizinhos, mas não teve tempo para salvar os da família (Foto: Lúcio Sassi)

Mesmo com sua casa alagada, o empresário Aloísio Gonzaga Martins não pensou duas vezes ao colocar à disposição de seus vizinhos cinco veículos para que pudessem retirar seus pertences antes que a água invadisse as casas.

Seus três caminhões e dois automóveis, Kombi e Saveiro, salvaram móveis, roupas, eletrodomésticos e alimentos de pelo menos quatro famílias que dividem com o empresário a Rua Manoel Francisco Corrêa, no Bairro Nova Esperança em Guaramirim. No entanto, depois de ajudar os vizinhos, não sobrou muito tempo para que Martins resgatasse seus próprios pertences na casa onde mora com a esposa e dois filhos.

“Resolvi ajudar os vizinhos primeiro achando que ia dar tempo de tirar minhas coisas. Quando cheguei em casa, havia sobrado pouca coisa. Foram móveis, roupas, eletrodomésticos, livros, todos os álbuns de família. Vai levar tempo para eu adquirir tudo novamente, mas nasci pobre e não vejo problemas em recomeçar, já que nada aconteceu comigo e minha família”, avalia Martins, que está abrigado no galpão de sua transportadora. Ao ser perguntado se gostaria de deixar um contato para doações, o empresário é enfático. “Não. Quem quiser ajudar, peço que ajude a outras famílias que estão pior que a minha”, pede.

Saúde para recomeçar

“Foi tudo tão rápido que, quando vi, não dava mais tempo de salvar nada”. Foi dessa forma que o torneiro mecânico Aleksander Olczyk, 25 anos, relatou sua inesquecível noite de sábado, quando viu todos os pertences serem destruídos pela força das águas da enchente. Apesar do revés, o morador da Rua Luiz Antonio da Silva, do Bairro Nova Esperança, em Guaramirim, não desanima.

“Ver sua geladeira, mesa e todas as suas coisas boiando, é desanimador demais. Só deu tempo de desligar os disjuntores da casa, pegar o cachorro e algumas roupas e abandonar a casa. Ainda bem que tenho saúde para trabalhar e recomeçar”, pondera Olczyk, que, juntamente com a esposa Scarlat, limpava a casa e colocava os entulhos que restaram em frente ao muro, para o recolhimento da Prefeitura. Quem quiser ajudar a família de Aleksander pode fazer contato pelo telefone 9929-0181.

Como ajudar quem precisa

Guaramirim 

• O que precisa: Alimentos, materiais de limpeza, roupas de frio, roupa íntima, móveis e colchões.
• Onde deixar: Secretaria de Saúde do município.
• Telefone: (47) 3373-6255.

Fome de amor
• O que precisa: Alimentos para a cesta básica: arroz, feijão, macarrão, açúcar, óleo, trigo e leite; materiais de higiene pessoal, roupas de inverno, cobertores, lençóis e toalhas de banho.
• Telefones: 9995-5258 ou 9653-1451.

Corupá

• O que precisa: Roupas, colchões, cobertores, materiais de limpeza e produtos de higiene pessoal.
• Onde deixar: Os materiais devem ser encaminhados ao Salão Paroquial Católico ou ao Pronto Atendimento da Cidade.
• Telefone: (47) 3375-2034.

Jaraguá do Sul

• O que precisa: Alimentos como leite, bolachas, água e açúcar; calçados, cobertores, travesseiros e colchões; materiais de higiene pessoal e de limpeza, móveis e colchões.
• Onde deixar: Pavilhão A do Parque de Eventos
•Telefone: (47) 3274-8818.

Schroeder
• O que precisa: alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal e de limpeza (vassoura, água sanitária, papel higiênico, sabonete, creme dental).
• Onde deixar: Assistência Social (CRAS e CREAS) ou nos postos de saúde, escolas, e Prefeitura. A doação de roupas, cobertores, móveis, pode ser feita na Igreja Cristo.

Via OCP