Por: Ariston Sal Junior | 4 anos atrás

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Em contagem regressiva para a Copa do Mundo, o joinvilense já está nas ruas em busca de acessórios para incrementar a torcida nos dias em que a Seleção Brasileiraentrar em campo.

No comércio de rua, o consumidor pode encontrar um verdadeiro arsenal à disposição. A lista de produtos que fazem referência à amarelinha e ao Mundial é grande – e, para os mais fanáticos, torcer pelo Brasil pode sair bem caro.

“A Notícia” fez um levantamento, considerando o preço inicial ou médio de 12 itens, de quanto o torcedor gastaria caso decidisse, literalmente, se cobrir de verde e amarelo. Um kit básico, com uma camisa simples da Seleção (não oficial), bandeira de plástico, corneta e apito sai por

R$ 38,79. Mas quem não abre mão de vários apetrechos e dos artigos oficiais pode desembolsar até R$ 665. Diante da grande oferta, a saída é pesquisar o melhor preço, visto que a diferença nos valores de alguns itens pode chegar a mais de 50% de uma loja para outra.

As camisetas e bandeiras, por exemplo, que para muitos são itens indispensáveis para vibrar durante os jogos, podem ser encontradas com diferenças que passam dos R$ 200.

Nas lojas especializadas em esportes, a camisa oficial da Seleção Brasileira custa, em média, R$ 230, incluindo a personalização, para quem quiser escrever o próprio nome na estampa. A camiseta simples, nas mesmas cores, pode ser encontrada no comércio de rua por R$ 19,90.

Já as bandeiras, disponíveis desde em miniaturas para adaptar em carros a verdadeiras mantas, com mais de três metros de largura, têm uma variação ainda maior, principalmente por causa da diferença de materiais e tamanhos. Para as bandeiras para carros, o preço fica entre R$ 5,90 e R$ 15. As maiores – de pano – podem sair por R$ 150, enquanto as de plástico, R$ 10.

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Prateleira cheia até o fim da Copa

O torcedor Victor Schneider, de 23 anos, se surpreendeu com o valor que a compra poderia chegar com os produtos oficiais.

—Para os fanáticos, a brincadeira pode ficar pesada no bolso. Vale pesquisar bastante—, recomenda.

Pedro Duarte Filho, comerciante no Centro de Joinville, garante que o mercado já estava preparado para um grande volume de vendas nesta época e que o varejo vai aproveitar bastante a oferta de produtos, que não devem faltar nas prateleiras.

—Fizemos os pedidos no começo do ano, e agora caixas e mais caixas estão chegando. Perto do dia de abertura dos jogos, as vendas devem aumentar mais de 70% se continuarem neste ritmo—, explica.

Aqueles que trabalham no setor de vestuário também perceberam o aumento das vendas. Nas lojas, a procura por toalhas e bolsas aumentou bastante. Camisetas e bermudas também são bem pedidas.

—As malharias tiveram demanda maior nos últimos meses e estão com a produção a toda. Quem trabalha no setor está fazendo contratações temporárias—, comenta Betina Barbosa, da Casa Sofia, em Joinville.

Via AN