Por: Ricardo Daniel Treis | 5 anos atrás

A explosão que mudou a história de uma vida e o rumo de uma família inteira durou frações de segundos. A apuração de tudo o que aconteceu e o desenrolar do processo criminal já se arrastavam por mais de quatro anos. Mas ainda que nada mude as consequências da tragédia no Réveillon de 2008, em Barra Velha, o primeiro desfecho na Justiça permitiu um suspiro de alívio na casa da jovem Ana Paula da Silva, hoje com 25 anos.

Em sentença assinada pelo juiz Iolmar Alves Baltazar, na última segunda-feira, foram condenados os três réus acusados de disparar o foguete que atingiu a cabeça da jovem na virada de 2008 para 2009. Cada um recebeu pena de quatro anos, quatro meses e 15 dias de prisão em regime semiaberto, mas terão o direito de apelar da decisão em liberdade.

Além do crime de lesão corporal gravíssima pelos ferimentos que quase causaram a morte de Ana Paula, também pesou na sentença as lesões corporais simples em outras três vítimas.

“Esperei tanto por esse resultado. A sensação é de surpresa e alívio. Não passar impune já seria uma resposta, afinal minha filha continua numa cadeira de rodas”, desabafou Rosali da Silva, mãe de Ana Paula.

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Algum leitor do meio poderia explicar o porquê dum processo que já tinha todos fatos apurados ter levado tanto tempo para ser concluído?