Por: Anderson Kreutzfeldt | 4 anos atrás

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Pois é… A Justiça Federal do Rio de Janeiro emitiu sentença que define os cultos afro-brasileiros como não pertencentes a nenhuma classe de religião. Segundo o entendimento do juiz do caso, é necessário que haja um texto-base (como a Bíblia Sagrada ou o Alcorão), uma estrutura hierárquica e um Deus a ser venerado. A consagração dessa sentença foi dada como resposta para uma ação do MPF que pedia a retirada de cultos evangélicos que foram considerados intolerantes e preconceituosos contra os praticantes de umbanda, candomblé e outras religiões africanas no Brasil.

Eis que surge aquela dúvida: quem é a justiça para dizer o que é e o que não é religião? Se os umbandistas ou os candomblés sentem-se a vontade e realizam suas práticas de manifestação espiritual com base em doutrinas religiosas, quem pode dizer que eles estão errados?

Logo tentarão “escolher” que tipo de Deus deveremos adorar…

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