Por: Misael Freitas | 05/09/2017

Uma matéria publicada recentemente pelo jornal britânico “The Economist” destacou o CENTROWEG como um exemplo mundial de educação técnica para jovens.

Intitulada “Resolvendo a crise de habilidades da América Latina”, a reportagem aponta iniciativas que reduzem as desigualdades por meio do treinamento da juventude.

Comentando a dificuldade das empresas em estabelecer programas de treinamentos, a matéria destaca a WEG como uma “exceção brilhante”.

Veja o que o texto diz:

A WEG, empresa brasileira e uma das maiores fabricantes mundiais de motores elétricos, conta com uma escola de treinamento em sua maior fábrica, localizada em Jaraguá do Sul/SC.

O CENTROWEG proporciona para os alunos cursos de até dois anos que seguem alinhados com os estudos regulares desses adolescentes.

Após o curso, eles garantem um emprego na empresa. A recompensa para a WEG é que seus funcionários permanecem em média entre sete e oito anos na companhia.

A reportagem do “The Economist” também destaca a atuação do Senai na formação de jovens brasileiros e usa o  ex-presidente Lula como um exemplo de superação através dos cursos oferecidos pela entidade:

Em 1961, um jovem de 16 anos, com apenas educação primária e experiência como assistente de sapateiro e assistente de armazém, se inscreveu para treinar como operador de torno em um curso no Serviço Nacional de Treinamento Industrial, o SENAI.

Para Luiz Inácio Lula da Silva, este foi o primeiro passo de uma mudança de vida: empregos subsequentes em empresas levaram-no a se tornar um líder sindical e eventualmente o presidente de seu país.

Leia a matéria completa original, em inglês, clicando aqui.