Por: João Marcos | 5 anos atrás

O novo traçado da Corrida Internacional de São Silvestre foi um obstáculo a mais para os competidores da região. O aumento no número de subidas castigou os atletas, exigindo ainda mais esforçou e concentração para alcançar as metas individuais estabelecidas.

“Ao final da prova, tudo doía. Mas eu não estava arrependido. A satisfação de se auto-desafiar e vencer é incrível”, descreveu Max Pires, que participou pela primeira vez e completou os 15 quilômetros em 1 hora e 44 minutos, na 10.805ª colocação.

Cerca de um minuto antes, Caio Mandolesi cruzou a linha de chegada, cumprindo a promessa feita há uma década. “A 10.585ª colocação, num total de 20.526 concluintes quer dizer que deixei quase 10 mil pessoas pra trás. Nada mal pra um quarentão que começou a correr há 15 meses”, festejou outro debutante da São Silvestre.

Já o experiente Jeferson Heller não alcançou o objetivo de reduzir o seu tempo de prova. Se em 2008 marcou 56 minutos, em 2012 precisou de uma hora para cumprir o trajeto. “O percurso ficou mais difícil. Judiou. Fechei minha participação em 320º lugar, mas estou feliz por ter voltado a competir depois de seis meses”, finalizou.

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