Por: Sistema Por Acaso | 3 anos atrás

Que Jaraguá do Sul é uma ótima cidade para se morar, isso seus habitantes não tem dúvida. A cidade multicultural está entre as regiões mais desenvolvidas do país, com uma das maiores rendas per capta, altos índices educacionais e um dos menores índices de violência do Brasil.

Agora, quem vive em Jaraguá do Sul tem mais um motivo para comemorar, já que a cidade está entre as 100 melhores para se investir em imóveis, segundo o ranking desenvolvido pela Prospecta Inteligência Imobiliária e divulgado pelo portal da Revista Exame.

Jaraguá aparece na 95ª posição do estudo, que se debruçou sobre a demanda de cada região, e não apenas sobre a oferta de imóveis.

Foto: Eduardo Montecino/OCP

Foto: Eduardo Montecino/OCP

Foram analisadas todas as cidades do país com menos de um milhão de habitantes, ou seja, 94% dos municípios brasileiros. De Santa Catarina, a cidade mais bem colocada é Florianópolis, em 11°. De pois, aparecem Joinville (20°), Blumenau (38°), São José (50°), Itajaí (65°), Balneário Camboriú (80°), Chapecó (92°) e Criciúma (93°). O líder do ranking nacional é São Bernardo do Campo, em São Paulo.

As cidades possuem características como renda per capita elevada, população com alto nível de instrução e vínculo empregatício, um número considerável de empresas e grande déficit imobiliário.

“A economia forte das indústrias faz com que profissionais venham e invistam em imóveis na cidade. Vale a pena comprar no município”, destaca o presidente da Associação das Imobiliárias de Jaraguá do Sul, Juliano Girolla.

Ele estima que o índice de valorização dos imóveis na cidade em um ano siga o CUB (Custo Unitário Básico), usado pelo setor de construção civil. O CUB da Região Sul variou de 6% a 8% em 2014. “Se uma pessoa compra um imóvel com preço de mercado, dificilmente o valor cai. Se esperar um bom momento da economia, vai ter vantagens ao vendê-lo”, destaca Girolla.

A renda per capita média de Jaraguá do Sul cresceu 66,73% nas últimas duas décadas, passando de R$ 666,86 em 1991 para R$ 816,54 em 2000, e para R$ 1.111,85 em 2010, segundo o IBGE. Em 2010, a taxa de atividade da população de 18 anos ou mais era de 79,85%.

Com informações do OCP Online.