Por: Sistema Por Acaso | 4 anos atrás

Um homem de 37 anos perdeu a vida após colidir com uma parede enquanto jogava futebol na rua São Paulo, na Itoupava Seca em Blumenau. O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência por volta das 22h, mas quando chegou no local, Cleverson Carlini já estava sem sinais vitais. Os Bombeiros suspeitam que ele possa ter sofrido uma fratura ou deslocamento de vértebra, devido à forte pancada. Cleverson era proprietário da loja Matheus Baby localizada no Centro de Blumenau e morava no Bairro Vila Nova. Ele deixa um filho de 14 anos.

O empresário teria se desequilibrado e chocado-se com a parede que fica atrás de uma das traves da quadra do Trivela Futebol Society. Após a colisão, ele ainda teria se comunicado com os colegas pro cerca de 15 segundos, mas teria perdido os sentidos em seguida.

Quando o corpo foi erguido pelos Bombeiros, seu pescoço estava rígido, o que pode ser um indício de trauma cervical, que pode ter danificado as terminações nervosas e impedido sua respiração. Apesar disso, a possibilidade de um traumatismo crânio encefálico não é descartada. No entanto, somente a perícia poderá fornecer com exatidão as causas da morte.

O corpo do homem está sendo velado no Cemitério São José em Blumenau. Em respeito à morte de Cleverson, o Trivela permanece fechado até a semana que vem. O gerente do soccer, Rafael Intur, explica que o grupo de Cleverson é assíduo e frequenta o local há pelo menos quatro anos. De acordo com Rafael, havia pelo menos 12 pessoas em campo no momento do acidente.

— Ele foi chutar a bola e tropeçou nele mesmo. O filho dele estava do lado e acompanhou tudo — contou o gerente.

Caso inusitado chama a atenção dos Bombeiros
O chefe da Comunicação do Corpo de Bombeiros, tenente Renan César, explica que a ocorrência não é rotineira, ainda mais quando acontece em um soccer. Questionado sobre a existência de normas de segurança, César explicou que esse tipo de fiscalização não cabe ao Corpo de Bombeiros.

— O tipo de material, distâncias mínimas e perímetros destes espaços não são regulados pelos Bombeiros — explicou.

Via Jornal de Santa Catarina.