Por: João Marcos | 7 anos atrás

Pra você que acha impossível resolver aquelas paradas de Pitágoras, sei la o que de fração, seno, cosseno, tangente. Assim como eu não faz ideia qual a boa relação que um número pode ter com uma letra, sendo que desde a sua raiz eles são separados em numerais e alfabeto, então como água e óleo não devem ser misturados. Chupa essa manga:

Um menino indiano de 16 anos acaba de resolver um problema matemático que Newton deixou ao morrer, mais de 300 anos atrás. Shouryya Ray, que mora com a família na Alemanha desde os 12 anos, descobriu a solução de um enigma relacionado ao movimento de projéteis no ar que antes só havia sido calculado por computadores.

A façanha do jovem foi calcular com precisão o caminho de um projétil sob a ação da gravidade e sujeito à resistência do ar – problema elaborado no século 17 por Newton. Até hoje, matemáticos só foram capazes de solucioná-lo parcialmente. E não para por aí: o garoto resolveu um segundo problema. Este lidava com a colisão de um corpo em uma parede e foi proposto durante o século 19.

“Quando explicaram pra gente que não havia solução, eu pensei comigo mesmo: ‘bem, não há problema em tentar‘”, disse Shouryya. Ok, mas para quê? Shouryya mostrou que é capaz de calcular a trajetória do vôo de uma bola de tênis e prever como ela vai bater em uma parede. De acordo com os cientistas, a resolução do problema pode contribuir bastante para os estudos de balística, a parte da física que estuda o movimento dos projéteis, especialmente das armas de fogo.

Beleza, muleque de 16 anos meteu todo esse trampo ae, assim, naboa. Só porque falaram pra ele que “não tinha solução”. Na escola, quando a professora me dizia que não tinha solução a conta que ela passou na prova, eu levantava as mãos pro céu e agradecia, era uma a menos pra mim corrigir na hora que ela devolvesse e fizesse a correção em grupo.