Por: Anderson Kreutzfeldt | 4 anos atrás
Depois do "O melhor FEMUSC de todos", a preparação para o FEMUSC 2015 já começou! (Foto: Divulgação - Femusc)

Depois do “O melhor FEMUSC de todos”, a preparação para o FEMUSC 2015 já começou! (Foto: Divulgação – Femusc)

O que vocês acharam da 9ª edição do FEMUSC? Particularmente, acredito que as expectativas não foram somente correspondidas, mas superadas e assino embaixo aos comentários tecidos pela sempre pontual assessoria de imprensa do evento. É motivo de orgulho sermos sede de um festival de tamanha magnitude:

Um clima de despedida, mas de muita satisfação, acompanhou os últimos acordes da nona edição do FEMUSC – Festival de Música de Santa Catarina. O evento encerrou no sábado com muita comemoração e a certeza de que o festival alcançou os resultados previstos pela organização.

Para o diretor artístico Alex Klein, a nona edição foi a maior de todas. Não apenas no número de alunos, mais de 600 vindos de 25 países, mas quanto aos cumprimentos das metas estabelecidas.

“Mesmo com o Festival enorme, tudo foi muito tranquilo”, resumiu o criador do FEMUSC. Os elogios vindos de professores, todos de renome e com participação em inúmeros festivais, segundo Alex, é sintoma de que o FEMUSC está no caminho certo. Um caso em particular, destaca, é Richard Roberts, violinista da Orquestra Sinfônica de Montreal, acostumado a frequentar eventos de alto padrão. “Ele disse que sai daqui sem preocupar com nada, que estava tudo muito organizado e conseguiu se dedicar somente à sua tarefa pedagógica.”

Com os resultados alcançados em 2014, consequência da soma de um trabalho de anos, Alex garante que é a hora de dar um passo a mais. Algumas novidades para a décima edição, de 18 a 30 de janeiro de 2015, já foram antecipadas pelo diretor artístico, como a inclusão de um programa voltado à inserção da comunidade de surdos ao festival, permitindo aos deficientes auditivos se integrarem de maneira mais efetiva à programação, e também a presença do canto lírico aos programas de formação.

Mas o FEMUSC quer mais, garante Klein. “O público pode esperar mais, quem sabe até a presença de algumas estrelas estratosféricas para os próximos anos”, explica. A intenção, conclui, é colocar o FEMUSC lado a lado com os grandes festivais da Europa.

Conforme o presidente do Instituto FEMUSC, Antônio César da Silva, o planejamento para 2015 já começou. Segundo ele, manter a excelência, buscar novos recursos e envolver ainda mais a cidade e região são metas estipuladas para marcar uma década de história do festival. O presidente concorda que o saldo do FEMUSC 2014 é extremamente positivo. “O teatro lotado todas as noites é sinal de inclusão social. Aquela antiga preocupação de não termos público, está definitivamente superada”, explica. O alto nível técnico e artístico de alunos e professores, crescente a cada ano, é outro ponto destacado por Antônio César.

Com o Festival consagrado, é preciso pensar em expandi-lo. Segundo o presidente, um importante passo é aumentar a dimensão que o FEMUSC vem alcançando em nível nacional, para assim atrair novos patrocinadores que possam elevá-lo a outro patamar.

Mais recursos resultam em um Festival maior. Apesar do número de alunos – pouco mais de 600 – seja considerado o ideal para o espaço físico da SCAR – Sociedade Cultura Artística, a intenção é trazer professores ainda mais qualificados. Outras melhorias pontuais, como alojamentos mais próximos do teatro e um envolvimento maior do comércio local com o evento, também são destacados como desafios pelo presidente. “O FEMUSC existe por si só, independentemente de quem esteja em sua diretoria”, afirma Antônio César, eleito em 2013 e realizando sua primeira edição na função.

O diretor executivo Fenísio Pires Júnior segue a mesma linha, ao destacar a contribuição da comunidade para que seja viabilizado. “O apoio das empresas e do poder público é decisivo para que o FEMUSC aconteça na proporção que desejamos. É um projeto que já está consolidado, com participação de mais de 55 mil pessoas acompanhando as apresentações em Jaraguá e em outras regiões. A preocupação agora é manter e melhorar a logística para que o festival cresça em mais qualidade, mas com um orçamento compatível ao que se planeje”, assinala.

via Assessoria de Imprensa – Femusc