Por: Misael Freitas | 12 meses atrás

Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, está determinado a acabar com as notícias falsas e os boatos que circulam pela rede social mais famosa do mundo. A ideia é criar mecanismos que sinalizem publicações que contenham informações equivocadas ou deliberadamente adulteradas.

O Facebook vai identificar as notícias falsas a partir das denúncias feitas pela própria comunidade. Quando uma série de usuários da rede social marcarem uma notícia como falsa, as agências de checagem de dados entrarão em ação: elas vão verificar as informações com fontes confiáveis.

Os usuários poderão denunciar as notícias como falsas para que elas sejam investigadas por um time de checagem

Os usuários poderão denunciar as notícias como falsas para que elas sejam investigadas

Caso os dados não sejam verdadeiros, a notícia vai ganhar uma marca especial. Isso vai sinalizar para as pessoas que usam a rede social que o conteúdo não é confiável. Se duas ou mais agências de checagem concordarem que a notícia é falsa, ele vai ganhar uma espécie de selo que vai identificar o conteúdo como falso.

O conteúdo será marcado com um selo que sinaliza a informação como duvidosa

O conteúdo será marcado com um selo que sinaliza a informação como duvidosa

Segundo o Facebook, ainda assim, o conteúdo não será excluído da rede social. A rede social, entretanto, vai alertar os usuários caso eles tentem compartilhar o conteúdo, ainda que tenham visto a marcação. A pessoa terá de confirmar que quer compartilhar com sua rede de amigos, mas não será impedida de disseminar o conteúdo.

Ao compartilhar um conteúdo sinalizado, o usuário será avisado de que a informação pode ser falsa

Ao compartilhar o conteúdo sinalizado, o usuário será avisado de que a informação pode ser falsa

As notícias marcadas como falsas pelas agências de checagem de dados também deixarão de ficar em evidência no feed de notícias dos usuários, independente de quais amigos compartilharam, o que pode reduzir a audiência dos sites responsáveis por esse tipo de conteúdo.

Fonte: G1 e Estadão