Por: Ricardo Daniel Treis | 4 anos atrás

O que é mais deprimente nesse vídeo é perceber o quão apurado ele está no retrato.

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Melancólico…


“E chegamos à segunda década do século sem nem sequer olharmos na cara um do outro. Se antes dos smartphone uma mesa de bar já poderia criar círculos paralelos de conversa graças à telefonia móvel, com a internet à mão reuniões, encontros e refeições são celebrações de um individualismo autista, em que os presentes fingem presença mas fogem momentaneamente para a porta de entrada de seu umbigo, na palma de sua mão. Fingimos checar as horas e responder um SMS quando, na verdade, estamos vendo reações ao que fizemos nas redes sociais.”

Leitura complementar recomendada: “O espelho preto que carregamos no bolso“.