Por: Ricardo Daniel Treis | 5 anos atrás

Na sexta-feira, dia 11 de março de 2011, às 14h46 locais (02h46 de Brasília), um violento terremoto de 9 graus de magnitude atingiu o fundo do Oceano Pacífico, a poucas dezenas de quilômetros da costa noroeste do Japão.

Menos de uma hora depois, uma enorme onda de mais de 20 metros de altura atingia o litoral da região de Tohoku (noroeste), arrastando durante sua passagem qualquer sinal de vida, destruindo postos, casas, escolas e fábricas, e provocando um terrível acidente nuclear em Fukushima (o pior desde Tchernobil).

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Dois anos após o tsunami, os mergulhadores seguem buscando corpos na costa de Ishinomaki, em fundos do mar repletos de dejetos arrastados pela onda.

No litoral, os trabalhos de reconstrução prosseguem. Muito foi feito para retirar os escombros, pavimentar novamente as ruas e reconstruir as infraestruturas vitais, no entanto mais de 315 mil pessoas continuam vivendo em alojamentos temporários.

O evento alterou completamente a paisagem, proporcionando hoje cenas surreais no campo.

Crescemos confortáveis nas cidades sempre ignorando a força dos elementos. Esse evento deixou mais de 19.000 mortos ou desaparecidos.

Como era a onda no oceano:

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