Por: Sistema Por Acaso | 4 anos atrás

Company

Company: Nascida em 1973, a Company abriu as portas na Rua Garcia D’Ávila, em Ipanema, e logo virou um point. Responsável pelas mochilas emborrachadas que viraram febre no final da década de 80, a marca também vendia camisetas, bonés, estojos e bermudas, que eram disputados pelos adolescentes da época. A marca encerrou as atividades no Rio em 2004.

Yes-Brazil

Yes, Brazil: A Yes, como era chamada por uma legião de fãs, abriu as portas em 1979. Criada por Simão Azulay, a marca tinha o jeans como carro-chefe, com modelagens e lavagens diferentes para a época. Com peças estampadas e customizadas, a Yes, Brazil virou símbolo da identidade nacional baseado no jeito carioca de vestir.

Pier

Píer: Quem não se lembra das camisas da Pier? Inspiradas nos surfistas do Havaí, que arrancavam as mangas das camisas para terem mais liberdade de movimento no mar, os modelos, mais conhecidos como “mamãe sou forte”, caíram no gosto dos surfistas cariocas. A marca ainda existe, com franquias espalhadas pela Região dos Lagos e Norte Fluminense.

Fiorucci

Fiorucci: Os anos se passaram desde 1982, quando o jeans dos anjinhos virou febre, conquistando uma geração de jovens brasileiros. A Fiorucci nasceu em Milão, no fim dos anos 60. Na década seguinte, ganhou lojas em Londres, Paris e Nova York. No Brasil, a marca chegou em 1982 pelas mãos de Gloria Khalil.

Pakalolo

Pakalolo: Moletons, bermudas, macacões, camisas e…frufrus de pano! A Pakalolo também virou febre entre adultos, adolescentes e crianças na década de 90, com peças de malha e tons vibrantes. Na época, toda menina queria ter um prendedor de cabelo que combinasse com a roupa. A marca foi comprada pelo grupo Marisol e funciona no sistema de franquia.

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