Por: João Marcos | 6 anos atrás

Polêmicas, singles, prêmios, sexo, drogas, brigas e muito mas muito ROCK’N ROLL! Reservei essa coluna pra hoje pois não vi data mais propícia e melhor banda para isso.  The Rolling Stones, a  banda formada por  Brian Jones, Keith Richards, Bill Wyman, Charlie Watts e Mick Jagger para mim foi a que melhor recebeu o “efeito vinho” que o tempo pode trazer. Envelheceram só na aparência, já que o som parece melhorar e rejuvenescer a cada dia e a cada composição, assim como o espírito de Jagger, que ao meu ver é o maior exemplo de rockstar da história.

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Formada no dia 12 de julho de 1962 (parabéns, parabéns) completaram ontem apenas CINQUENTA ANOS de carreira, se tornando uma das bandas mais antigas ainda em atividade. Ao lado dos Beatles, foram considerados a banda mais importante da chamada Invasão Britânica ocorrida nos anos 60, que adicionou diversos artistas ingleses nas paradas norte-americanas e que decisivamente influenciaram na música pop e nos costumes, não só norte americanos, mas mundiais. Se tornando referência no gênero.

Para se ter uma noção do que é a banda, já venderam mais de 200 milhões de álbuns no mundo inteiro, e a seção destinada a eles no Hall da Fama os descreve como um dos principais candidatos ao título de “A Maior Banda de Rock do Mundo”. Apenas os Beatles e o The Who receberam um tratamento similar.

Durante anos enfrentaram todos os tipos de clichês e modas que carregavam o rock cada vez mais para as trevas, permaneceram com sua singularidade e talento, resistindo as duras críticas recebidas da imprensa no começo da carreira e também os problemas com drogas e conflito de egos, principalmente entre seus dois principais membros, Richards e Jagger.

Esse último, Sir Michael Philip Jagger, nascido na cidade de Dartford, em 26 de julho de 1943. Pra mim um dos maiores – senão o maior – rockstar da história, não por ter uma vida repleta de polêmicas, problemas e drogas. Mas sim pelo estilo, pela forma como vê e vive a própria vida, pela forma como encanta o público e se envolve em cada música, de cada show que faz, seja solo ou com sua banda.

Jagger está longe de ser uma “pessoa” exemplar para qualquer um, mas como profissional e músico, invejo até a sombra do gênio.

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