Já disponível na Netflix o lançamento está sendo aclamado pela história fortemente emocional!

Todo fã de terror conhece a imagem do ”Frankenstein” que foi criada pelo cinema, um monstro de passos lentos, e um coração puro e muito inocente. Mas quem leu o livro da autora Mary Shelley, lançado em 1818, sabe que na verdade a criatura original é articulada, trágica e um pouco humana. E agora em 2025, Del Toro decide unir esses dois mundos.
O filme mantém aquela essência do romance, o cientista obcecado e a criatura que deseja ser amada, mas muda o ponto de vista. A narrativa se divide entre o relato de Victor Frankenstein (Oscar Isaac) e o da Criatura (Jacob Elordi). É como se o diretor dissesse: “os dois têm feridas que merecem ser ouvidas.”
E isso muda tudo. Deixando bem claro que o verdadeiro horror nunca foi o monstro, mas o espelho que ele oferece ao seu criador.

O resultado então: uma obra que respira como algo novo, mesmo carregando ecos de 1818. Além disso, o filme se passa nos anos 1850, em meio à Guerra da Crimeia, o que dá um contexto mais cruel e realista.
Frankstein já teve diversas versões, e em geral, todas elas Victor Frankenstein é apenas um sonhador que foi longe demais, já nesse novo filme, ele é algo mais sombrio e mais humano.


