Por: André Marques | 05/10/2014

Já se viu diante de uma situação que mal a ciência pode explicar? Esse é o caso de Maisy Vignes, uma pequena irlandesa com uma pequena diferença de todas as outras crianças: ela nasceu sem sangue no corpo. 

O que aconteceu foi que todo o sangue da menina foi absorvido pelo corpo da mãe durante a gestação. Os médicos ficaram boquiabertos com a situação que não conseguiam explicar. No entanto, o maior medo dos profissionais era o medo da garota sofrer danos cerebrais e passar o resto da vida com sequelas.

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De acordo com a mãe, tudo ocorreu normalmente até a 34ª semana, quando ela sentiu inchaços estranhos que a preocuparam, mais ainda quando o bebê parou de se mexer.

“Eu fiz uma consulta no hospital no dia seguinte e, antes que eu entendesse, os funcionários estavam me falando que eu precisava fazer uma cesariana de emergência. Fui levada para a sala de operação antes de ter a chance de contar para qualquer pessoa”, conta.

A menina foi levada as pressas para a UTI assim que nasceu e a mãe mal teve a chance de ver a menina antes disso. “As enfermeiras ficavam me visitando às pressas para me manter atualizada, mas todas pareciam entristecidas e com rostos sérios. Foi muito confuso e assustador”, disse a mãe.

Quando ela veio ao mundo, somente o plasma sanguíneo estava presente no sistema circulatório, sem qualquer hemoglobina junto.

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A menina recebeu algumas transfusões de sangue e também de plaquetas nas semanas seguintes e para a alegria da família, recebeu alta a tempo de estar com a família para o natal. “Foi o melhor presente que poderíamos imaginar”, disse a mamãe com um sorriso de orelha a orelha. Ainda assim, algum tempo depois, os pais ainda estavam tensos a procurar por sinais de sequelas.

Hoje, 5 anos depois de sua recuperação, Maisy começou a frequentar aulas em uma escola infantil. Como ela está? Saudável, sem nenhuma sequela e mais importante, feliz da vida. E mais, a menina impressiona a todos por lá demonstrando inteligência acima da média. Mais um final feliz! 🙂

via Telegraph