Por: André Marques | 19/08/2014

É quase como uma pequena maravilha, talvez seja essa a minha ‘definição’ para a explosão da popularidade desses cigarros eletrônicos. Nos últimos anos, esse foi um mercado que movimentou uma quantidade monstruosa de dinheiro nos últimos anos.

A promessa de segurança, de disponibilização de uma nicotina inofensiva, livre de todos os seus componentes potencialmente cancerígenos realmente parece tentadora. Mas seriam esses aparelhos de fumo realmente tão seguros? A resposta da ciência é que “é um pouco mais complicado que isso”.

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Nos EUA, cigarro eletrônico é definido como ‘um cigarro de atomização elétrica que funciona como substituto para deixar de fumar e substituto do cigarro convencional’. A primeira aparição dele rolou em 2002 por um farmacêutico chinês, que ainda é de onde vem a maior parte de cigarros elétricos do mundo.

Mas nem tudo é alegria nessa história. “Você não sabe o que aquilo faz com seus pulmões,” afirma Ray Cascari, ditetor do programa de oncologia torácica no OC’s St. Joseph Hospital, disse à Forbes. “Minha experiência durante os últimos 35 anos me diz que qualquer coisa que você coloque nos seus pulmões tem uma chance de causar dano ou irritação a eles”.

“Propilenoglicol é um irritante pulmonar. E se você olhar na embalagem do produto, lá existe um aviso para evitar exposição prolongada”. Tem que ficar ligado.

via Gizmodo