Por: André Marques | 15/10/2014

Foi decretado pela justiça, em primeira instância, que a credenciadora de cartões que usa o sobrenome de Cesar Cielo passe a não usar mais o nome atual da marca em até 180 dias (contando a partir do fim da disputa com o nadador). Sob a alegação de apropriação indevida do sobrenome do rapaz por parte da empresa, a justiça optou optou por tomar a decisão anteriormente mencionada.

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Ao ser procurada, a – ainda –  Cielo disse que se trata de uma ação em primeira instância e que vai recorrer da mesma.

Márcia Maria Nunes de Barros afirma que a Cielo “tinha total conhecimento da notoriedade do nome do autor” e que mesmo com o atleta tendo firmado contrato de imagem ou mesmo por ter conhecimento do uso de uma marca idêntica co seu nome, não significa que se trate de uma autorização implícita. Cesar Cielo afirma que a marca apoderou-se do seu sobrenome durante os Jogos Olímpicos de 2008.

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Para e empresa, “Cielo” é apenas uma palavra do dicionário (Italiano e Espanhol) e foi o nome escolhido para representar a ideia de que “o céu é o limite”. No entanto, aos olhos da Justiça Federal, o erro da empresa não foi a escolha do nome e sim a ligação estabelecida entre a marca e o nadador e agora ele deve arcar com o “ônus de sua imprudente escolha”, diz a juíza.

Caso a Cielo não cumpra com a decisão da Juíza (quando não houver mais a possibilidade da entrada de novos recursos), a pena será uma multa diária de 50 mil reais.

via Veja