Por: André Marques | 4 anos atrás

Você provavelmente acha esse tipo de casal engraçado. Ou melhor, fica até com arrepios só de imaginar fazer parte de uma relação que tenha uma dinâmica assim.

“Minha fofuxa”, “meu gatzinho”, “meu totoso”, o clássico “meu docinho de côco” (e a lista ainda é longa, mas pelo bem do seu estômago, deixaremos isso para um outro momento). A surpresa vem quando descobrimos que os casais que usam e abusam do dialeto romântico-infatil são pessoas mais felizes a dois. E pasmem, isso já foi até provado cientificamente.

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De acordo com o estudo, 75% dos participantes assumiram utilizar do chamado “babytalk” com seu parceiro. Casais que se comunicam dessa forma entre si demonstram mais intimidade, segurança na convivência e também uma satisfação maior, além de (mintchira!) possuírem uma vida sexual mais ativa.

Os pesquisadores afirmam que casais que botam seu lado cuti cuti pra fora criam mais intimidade entre si — da mesma forma que as mamães fortalecem seus laços com os bebês aos falarem desse jeito com eles.

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Pra te ajudar a entender a situação, aqui vai uma lista de expressões desse dialeto para quem quiser dar uma apimentada na relação e ser bastante feliz com uma dose diária de mimimi romântico:

1. Nha — É a interjeição chave do dialeto fofura. Na linguagem normal seria como o “nossa!”. O Nha se aplica a quase tudo, é um substituto para o “óun!”, só que ainda mais infantil.

2. Totoso — Equivalente a “gostoso”, vem sempre acompanhado de um pronome possessivo, tipo “minha totosa”.

3. Nenê — Já que o objetivo é falar como criança, nada mais justo que usar esse aqui como adjetivo.

4. Momô — Versão kids para “amor”, esse aqui é utilizado até por casais adultos de vez em quando.

5. Tinhamo — É isso aí que você pensou mesmo, significa “te amo”.

Mas e você? Curte receber tratamentinho de criancinha do seu pedacinho de torta de cerejinha? Ah, que bonitinho!

via DC