Por: Anderson Kreutzfeldt | 3 anos atrás

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A fama de sujos e comilões não impede que esses porquinhos virem animais de estimação cada vez mais comuns. Eles são carinhosos, inteligentes, dóceis e surpreenda-se: limpinhos! A empresária carioca Luciana M. Niemeyer afirma que eles vivem amigavelmente com outros animais da sua casa e que são ótimas companhias em viagens. Nos fins de semana, ela costuma ir com os três filhos e com a porquinha Chiquinha para fora da cidade.

— Meus amigos estranham, mas muitas pessoas não têm gatos e cachorros? Qual a diferença? — diz Milena, que mesmo em um apartamento de 70 metros quadrados em Jacarepaguá/RJ não abriu mão de ter um minipig. A sala do apartamento, por exemplo, virou o quartinho da nova integrante da família: a porquinha Pérola.

E a Pérola faz sucesso nas redes sociais, algo comum entre os donos dos porquihos:

— Pérola tem 8.500 seguidores. É um sucesso — gaba-se Milena.

Ah, a moça da foto lá em cima é a Cida comprou Gabriel, o seu primeiro porquinho e hoje tem sete na sua casa.

— Até meu marido, que não gostava da ideia, já pensa em cursar veterinária para ajudar no meu futuro negócio — afirma Cida.

ALERTA CONTRA O MODISMO: embora sejam adoráveis, as pessoas precisam saber que como qualquer animal, os porquinhos dão trabalho e necessitam de espaço, cuidados veterinários, amor e atenção segundo André Lambert, presidente da Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais.

— Ter a guarda de um animal é sempre bom para os dois lados, mas somos contra o modismo. Não adianta comprar um animal e depois abandoná-lo porque cresceu demais, ficou velho, doente ou porque já perdeu a graça! – recomenda.

Fonte: OGlobo