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A oferta de serviços de internet rápida ao consumidor prevista na reativação da Telebrás traz a discussão se é saudável o governo entrar nesta área. É uma dúvida cruel, afinal, temos tanta dor de cabeça com a má prestação de serviços pelo setor privado, atualmente. Lembram como era caro e escasso o telefone quando só havia estatal na área de telecomunicações? Tem que ver se não será apenas mais um cabide de empregos a ser pago por nós contribuintes. Quais as metas de acessos à banda larga, o volume de recursos e fontes de financiamento? Se for confirmado o texto do decreto divulgado pela Agência Estado, será a volta do governo ao setor de telecomunicações, restituindo parte dos poderes da Telebrás, extintos em 1998 com a privatização. A estatal, de acordo com a minuta de decreto, vai operar em municípios onde ainda não há oferta de serviços de banda larga ou onde o preço médio de mercado for 50% mais alto que o valor médio cobrado na capital de Estado mais próxima. Os defensores da presença do Estado na banda larga argumentam que o principal objetivo é forçar a queda do preço dos serviços.O que você acha?

Via Blog da Maria Inês.