Por: Sistema Por Acaso | 4 anos atrás

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O Banco do Brasil informou em nota que suspendeu o patrocínio da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). Isso porque a Controladoria-Geral da União (CGU) detectou irregularidades de R$ 30 milhões em 13 contratos da CBV firmados entre 2010 e 2013.

Segundo relatório de auditoria especial da CGU, a CBV usou o dinheiro do patrocínio do Banco do Brasil (BB) para fazer vários pagamentos a empresas pertencentes a dirigentes, ex-dirigentes e parentes. Entre eles estão os genros do ex-presidente da CBV Ary Graça. Há suspeita de que os serviços não tenham sido executados e de que parte das empresas sequer existam.

O BB disse que vai retomar o patrocínio apenas se a entidade adotar imediatamente todas as recomendações feitas pela controladoria, “além de outras identificadas pelo banco como necessárias”.

Segundo a CGU, os auditores verificaram que parte do repasse do bônus de performance pago pelo BB não estava sendo destinada aos atletas e à comissão técnica. Enquanto isso, aumentaram bem acima da inflação os gastos com despesas administrativas e operacionais, justamente no período em que a CBV contratou empresas de dirigentes e ex-dirigentes. A CGU recomenda que a CBV adote medidas para eliminar as irregularidades e, assim, mantenha o patrocínio do BB.

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