Por: Cláudio Costa | 3 anos atrás

Muitos dizem que a música é alimento para a alma. Para homenagear o Dia Mundial da Música, comemorado neste 1º de outubro, o Por Acaso procurou cinco músicos da cidade e fez uma pergunta: Como é viver de música em Jaraguá do Sul? Enéias Raasch, Samuca Chiodini, Uly Dolph, Picui Barcarolo e Renato Hafermann foram incitados a responder esse questionamento em apenas um minuto. As respostas foram gravadas em vídeo e poderão ser conferidas neste post.

Os cinco músicos deram cada um o seu viés desta história. As respostas foram diferentes umas das outras, mas elas conversam entre si. Renato Hafermann comenta que começou no underground, passou a dar aulas e tem bastante procura, mas vê que não há a valorização necessária para o seu trabalho na noite.

Picui Barcarolo é dono de uma escola de música e comenta que há bastante mercado na área.

Ele elenca pontos necessários para se dar bem como músico, ponto de vista reiterado pelo discurso de Samuca Chiodini.

Segundo Uly Dolph, é necessário manter os contatos para se dar bem tocando na noite. O professor de técnica vocal também está na vida noturna de todas as cidades que estão em volta de Jaraguá do Sul.

Para Enéias Raasch, é muito difícil viver de música, principalmente de música mais erudita. Mas ele ressalta que o mais importante para ele é a música em si.