Por: Sistema Por Acaso | 17/02/2015

Não tem jeito, somos ensinados que amor de verdade é estar junto faça chuva ou faça sol, sacrificar, não querer mais ninguém, esquecer do mundo, descobrir “a” pessoa que vai nos fazer feliz até o fim dos dias após nossas almas se encontrarem num lindo pôr do sol ao som de uma trilha melosa.

O amor romântico não é necessariamente ruim. É importante, entretanto, entendermos que se trata de uma construção, reforçada pelas histórias que contamos a nós mesmos e aos outros em rodas de papo, almoços de família, filmes, livros, músicas…

O final das histórias românticas reais tende a ser interpretado como infeliz justamente por nossa fixação em aspirar por finais felizes da Disney.

Jetsunma Tenzin Palmouma das primeiras mulheres Ocidentais a ser ordenada monja no Budismo Tibetano, nos explica a diferença entre o amor romântico e o amor genuíno de um jeito super claro:

E aí…você já amou de verdade?

Via Papo de Homem.