Por: Ricardo Daniel Treis | 6 anos atrás

Recebemos essa do grande Ronaldo Corrêa:

Na segunda-feira, a APEVI fez algo que não é muito comum. A entidade ‘devolveu’ para a Prefeitura uma área de 10 mil metros quadrados que havia ganho anos atrás. Na época, a entidade pediu o terreno porque tinha interesse em montar uma incubadora. Depois, juntamente com outras entidades da cidade, foi criado o Tecnvali – Parque Tecnológico, que foi oficializado em 2010 e agora parte efetivamente para a sua construção. Para unir interesses, a APEVI resolveu abrir mão do terreno.

Boa, hein? Fica o registro com o release oficial enviado:

APEVI repassa terreno para implantação do Parque Tecnológico de Jaraguá e região

A APEVI – Associação das Micro e Pequenas Empresas do Vale do Itapocu repassou à administração municipal uma área de 10 mil metros quadrados destinada à implantação do Tecnovali – Parque Tecnológico e de Inovação de Jaraguá do Sul e região.

O ato ocorreu na noite de segunda-feira (26), com a assinatura do termo de doação pelo presidente da entidade, Alessandro Truppel Machado na presença do presidente do Tecnovali, Célio Bayer, secretário de Desenvolvimento Econômico e de Turismo de Jaraguá do Sul.

Alessandro Machado explicou que o terreno, localizado próximo ao campus da Católica de Santa Catarina em região destinada pelo município para abrigar indústrias e ambientes de incubação de novas empresas, havia sido doado à entidade na época em que a APEVI dava início ao projeto de uma incubadora tecnológica.

Como a APEVI, ao lado de outras 16 entidades, passou a integrar o Tecnovali oficializado em 2010, a diretoria optou por ceder o local.

Célio Bayer destacou o que considerou gesto de grandeza da entidade empresarial. “Sem dúvida é uma iniciativa que fortalece o projeto de termos um centro de pesquisas e de desenvolvimento de novas empresas, ganhando com isso toda a região”, afirmou.

Conforme Alessandro Machado, é preciso preservar o modelo associativista de Jaraguá, em que as entidades trabalham unidas por um objetivo comum. “Pensamos no fortalecimento do empreendedorismo. A APEVI já faz parte da Tecnovali e acreditamos que esse é um passo no sentido de fortalecer cada vez mais o projeto”.

Célio Bayer informa que o Tecnovali, instituído em outubro de 2010, pretende ser um complexo industrial de base científico-tecnológica planejado para agrega de maneira cooperativada empresas cuja produção se baseie em pesquisa tecnológica desenvolvida nos centros de P&D vinculados ao empreendimento.

“O objetivo é atuar como promotor da cultura da inovação, da competitividade, do aumento da capacitação empresarial fundamentado na transferência de conhecimento e tecnologia”, assinalou, lembrando que um dos suportes do projeto até aqui tem sido o JaraguaTec – Núcleo de Desenvolvimento Tecnológico instalado no campus da Católica, que já possibilitou o surgimento de 16 empresas e atualmente conta 19 projetos de desenvolvimento.