Por: Ricardo Daniel Treis | 6 anos atrás

Desabafo publicado online por Jarede Silva no dia 8 de agosto, não tem como não afogar o peito de qualquer conterrâneo em nostalgia e tristeza.


E das coisas que me marcaram ou que sinto saudade de Guaramirim, fiz essa listinha (que ainda vou completando conforme a memória ajudar):

– Quando abriu a primeira locadora de vídeo da cidade naquela casa enxaimel na rua Alfredo Zimmermann;
– Do caldo de cana onde trabalhava o tio bigode no pátio do Posto Maiochi;
– Dos sábados silenciosos, onde às 15h todo comércio já estava fechado, com excessão da farmácia de plantão;
– De quando o consultório do dentista Dr. Marco ficava no prédio da secretaria da Paróquia Bom Jesus;
– Do velho Fischer atravessando a Atanásio Rosa com suas ovelhas rumo ao pasto onde hoje fica uma loja de 1,99;
– Quando sêo Pomerenning passava pelo centro com o cortador de grama na garupa da bike;
– Da outra locadora de vídeo, que ficava na subida do morro defronte o Felipe, onde depois abriu uma sorveteria Paviloche;
– Da Joalheria Sasse, quando ficava do lado da Pracinha, que tinha como vizinho de sala o sêo Norberto Wulf com sua alfaiataria;
– Do Cantinho Doce quando ficava espremidinho naquela salinha ali no Centro;
– De quando abriu uma mega loja Hering na cidade, defronte onde era o Cantinho Doce;
– De quando o Besc ficava onde agora tem uma sorveteria;
– Do Bar do Padeiro (Lanchonete Central) com as máquinas de fliperama e mesas de sinuca;
– Da enferrujada torre de relógio que havia na pracinha;
– Do Grud’s Lanches, point que o Mano assumiu por um tempo;
– Do fliperama que havia embaixo do Master, no Centro;
– Do Jardim de Infância e o pátio lindo que tinha na Senhor Bom Jesus, com canteiros fechados e pinheiros, mais a rua que levava ao hospital;
– De ficar à toa com a galera do skate na rodoviária;
– Da Mine Game, tocada pelo Luís “Rei Leão” da Silva e a Téta, que ficava colada no Bar do Araújo;
– Da Tribu’s, locadora de games caprichada e a primeira locadora de CDs da cidade, tocada pelo dopellgänger do Daniel Azulai;
– E com muito carinho, da Jaguar, locadora do Nêne, irmão do Jones, com os primeiros Playstations da cidade;
– Do boliche do Nilson Bylaardt e do kart que abriu onde era a fábrica dos Prusse;
– Do antigo açougue dos Zimdars;
– De ver um pacote do arroz Pi-ki (peguei pesado agora);
– E pra fechar (por hora), que dizer daquela lenda urbana de que havia caído um cavalo na caixa d’água da Casan?