Por: Ricardo Daniel Treis | 5 anos atrás

Eita, olha a cena que pegamos de camarote aqui no QG agora no fim da tarde: motora da Canarinho levou a sério a ideia do destino “Especial” que marcava na testeira e deu um beijo russo na traseira duma picape. O que dizer da cena? Nada. Nem sei de quem foi a culpa. Vai que o cara freou de repente e sobrou pro condutor do coletivo? Todo mundo que conheço já passou um aperto – às vezes injusto – no trânsito.

Acidentes assim acontecem, o que nos resta é ser atentos, responsáveis e maduros ao volante para adiar ao máximo possível o próximo inconveniente. Mas se acontecer, sabem o que fazer primeiro que é onde o tiozão da Canarinho mandou malzaço no modelo? TIREM A PO%%A DO VEÍCULO DA RUA!

Pra ilustrar, vejam bem o que aconteceu:

lambancaPode não ter tido culpa do acidente, mas que o condutor foi autor de uma bela lambança, isso foi. Atrapalhou inclusive os próprios colegas.

Essa informação é importante, compartilhe: em caso de acidente onde não há vítimas com trauma ou que o veículo ainda tenha capacidade de deslocamento, remova-o imediatamente da via.

Se duvida, confira no site do Detran.

Não existe essa coisa de CSI aqui no Brasil pra detectar de quem “realmente” foi a culpa. Bateu, bateu, e pronto. Tudo que a polícia traz pra fazer o B.O é uma prancheta. E o que ela faz é colher o depoimento dos envolvidos. Porém se você insiste em deixar o carro ali no meio, o que pode ganhar de extra é uma multa por interrupção do tráfego.

Ao obstruir o trânsito, mesmo em caso de acidente sem vítimas, o condutor pode acabar autuado pelo artigo 178 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro), que determina multa de R$ 85,13, infração média e acréscimo de quatro pontos na carteira de habilitação.

Pegou? Então tai. Quem bate o carro e fica no meio da rua chorando em cima de caco de vidro é desinformado, e ponto. Fica a lição, com dedicatória pra equipe dos amarelinhos. 😉


P.S: Quando o PM chegou aqui na Reinoldo a primeira coisa que pediu para o motorista foi para retirar o ônibus da via. Não havia vítimas, no caso.