Por: Anderson Kreutzfeldt | 21/01/2014

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Mas é claro que todo mundo já tomou um Absinto, mas não o genuíno absinto que os artistas tomavam no século XIX. Os caras viam a tal da fada verde, e hoje mal conseguimos ver aquela gordinha se transformar em uma mina gata. Não, não chores mais, a bebida com alucinógena está de volta com o mesmo gosto e efeito de como era no tempo em que foi inventada.

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Na época, Pierre Ordinaire fez experimentos com a planta Artemísia que cresce na colinas de Val-de-travers, Suíça, e descobriu uma mistura que ficou conhecida como cura tudo. Quando ele morreu, essa mistura foi levada para a França por suas irmãs, onde Henri Dubied começou a produzir o absinto em escala industrial com seu filho, Henri Louis Pernod.

A bebida ficou tão popular que a galera começou a ficar muito louca e alcoólatra, daí começou a ser criminalizada por ser considerada como uma droga, ao invés de bebida. A substância química thujone foi o principal dos motivos, pois deixavam as pessoas com a razão e o espirito alternados (como se a bebida não fizesse isso), tanto que um camponês suíço matou a esposa e a família, e a culpa foi de quem? ABSINTO!

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O absinto original a base de anis e ervas tem de 60% a 70% de teor alcoólico, então aconselha-se a misturar açúcar e água gelada dependendo do drink que você gostaria de fazer.

A questão é que agora o VERDADEIRO absinto está sendo comercializado e com o mesmo gosto e teor alcoólico que tinha antigamente. E aí, 70% de teor é muito pra você?

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