Por: Gabrielle Figueiredo | 3 anos atrás

Segue artigo publicado por Priscila Bellini, no site da Revista Super Interessante

1. Levante-se

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É sério. Ficar muito tempo esparramado no sofá por si só já é um problema para a sua saúde. Os cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, analisaram 60 voluntários e perceberam que, quanto mais tempo os voluntários passavam sentados, mais os telômeros deles encurtavam. Essas estruturas de nome complicado ficam no extremo de cada cromossomo e têm tudo a ver com a duração da sua vida – e, por isso, seu encolhimento acenderia o sinal vermelho. Que tal ler esse texto e depois esticar um pouco as pernas?

2. Coma uma castanha-do-pará imediatamente

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Convenhamos: melhor do que ter uma vida longa, é ter uma vida longa e sem abalos cognitivos (leia-se: Alzheimer, Parkinson e outras complicações). Para chegar lá sem problemas, um bom começo é garantir as doses diárias de selênio, substância que barra a produção de radicais livres, moléculas relacionadas ao avanço do mal de Alzheimer. E, pasme, você só precisa de uma unidade de castanha-do-pará por dia. Uma só.

3. A castanha está cara? Coma amendoim

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Tudo bem, a gente reconhece que a castanha-do-pará não é o alimento mais barato do mundo. Mas o amendoim, que você encontra em qualquer mercado por aí, cabe no bolso e foi objeto de um estudo da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos. Os estudiosos verificaram que o consumo de oleaginosas, a família que inclui o amendoim, reduziria o risco de morrer por qualquer causa, principalmente por problemas cardíacos. Daí que, como o amendoim é um item mais acessível, a recomendação é comer até quatro porções por semana. Como indica também a American Heart Association, o ideal é optar pela versão sem sal.

4. Maneire na corrida

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Exagerar na intensidade pode causar mais mal do que bem. Foi isso que os pesquisadores do Hospital Frederiksberg, na Dinamarca, constataram após 12 anos de investigação. Eles viram que a mortalidade entre pessoas sedentárias não diferia muito daqueles que ficavam muito esbaforidos depois da atividade física. Portanto, nada de exagerar na dose: reconheça os limites e não transforme essa prática em algo extenuante.

5. Faça 15 minutinhos de exercício

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Esse tempo de atividade já faz toda a diferença. Uma pesquisa publicada no The Lancet chegou à medida depois de avaliar os dados de mais de 400 mil pessoas. Separar esse tempo para uma caminhada reduz em 14% o risco de morrer por qualquer causa

6. Tenha cuidado com o refrigerante

refrigerante

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Mais uma vez, essa história tem tudo a ver com telômeros, as estruturas que já mencionamos e que estão ligadas ao envelhecimento. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia acompanhou 5 mil voluntários, que tinham de 20 a 65 anos, para checar as consequências de incluir o líquido no dia a dia. Resultado: 340 ml, todos os dias, já eram suficientes para impactar os telômeros – e os efeitos negativos no corpo eram semelhantes ao do tabagismo. Nada de exagerar nos goles.

7. Que tal um chazinho?

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Já aposentou aquelas garrafas de refri que estavam na cozinha? O próximo passo é tomar de uma a quatro xícaras de chá. A recomendação vem da Sociedade Europeia de Cardiologia, que constatou uma redução de 24% na mortalidade não-relacionada a problemas cardíacos quando os sujeitos consumiam chá.

8. Aproveite o sol

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Encare 15 minutos de luz natural e voilà. Já é suficiente para melhorar os índices de vitamina D e diminuir o risco de desenvolver alguns tipos de câncer, como o de mama e o de cólon. A substância ainda beneficia o cérebro e ajuda na absorção do cálcio, o que fortalece os ossos.